Lula e sua organização criminosa combinaram assalto aos cofres públicos antes da eleição de 2002, diz denúncia



Na denúncia entregue ao Supremo Tribunal Federal contra um dos núcleos da organização criminosa que assaltou os cofres públicos após a chegada do PT ao poder, a Procuradoria-Geral da República fez um breve resumo das conclusões produzidas durante as investigações da Operação Lava Jato.

A peça destaca que ‘a organização criminosa objeto da investigação no âmbito da Operação Lava Jato é aquela constituída em 2002 para a eleição do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva à Presidência da República, quando integrantes do PT se uniram inicialmente a grupos econômicos com objetivo de financiar a campanha de Lula em troca do compromisso assumido, pelo então candidato e por membros da sua futura equipe, de atender interesses privados daqueles conglomereados’.

“Com isso, Lula foi eleito e a organização criminosa cresceu após sua posse, quando então se estruturou um modus operandi de cobrar vantagens indevidas em diversos órgãos, empresas públicas e sociedades de economia mista controladas pela União, a partir da negociação com empresas que tinham interesses em negócios no âmbito do governo federal”, diz a denúncia, baseada em conclusões das investigações da Lava Jato.

Ainda aponta a denúncia que, ‘para tanto, foram nomeadas a cargos públicos responsáveis por grandes orçamentos pessoas já de antemão comprometidas com a arrecadação da propina’.

“Essas pessoas que compuseram o núcleo administrativo da organização criminosa relacionavam-se com os empresários (núcleo econômico), que, por sua vez, pagavam os valores indevidos por meio de estruturas próprias desenvolvidas para ocultar a origem dos recursos ilícitos, por intermédio de doleiros que já operavam no mercado e também mediante doações eleitorais. Tais operadores eram os responsáveis pelo núcleo financeiro da organização criminosa”.

“Os integrantes do núcleo político da organização criminosa, como já dito, pertenciam a diferentes agremiações (PT, PMDB e PP) e não havia entre eles relação de subordinação, mas de conveniência. Os integrantes do PT tinham o poder de nomear os cargos no âmbito de toda a Administração Pública Federal e das empresas públicas e sociedades de economia mista controladas pela união”, conclui a peça acusatória.

Foram denunciados ao Supremo Tribunal Federal por crime de organização criminosa os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff; os ex-ministros Antonio Palocci Filho, Guido Mantega, Edinho Silva e Paulo Bernardo; a senadora Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT; e o ex-tesoureiro do partido João Vaccari Neto.

 O ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo, o mesmo que homologou a delação premiadíssima dos criminosos da JBS e até hoje não 'desomologou', está sentado sobre a denúncia contra os integrantes da organização criminosa chamada PT. Conhecido como "o ursão de Dilma', Fachin continua com aquela bela cara de paisagem no que se refere às denúncias contra os integrantes da ORCRIM. 
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