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Lula é só o mulambo moral em seu segundo confronto com Moro. Todas as narrativas fajutas foram detonadas por Palocci



O juiz Sérgio Moro tem plena consciência que irá se deparar apenas com o farrapo daquele que já foi o maior líder político do Brasil nos últimos anos, O magistrado irá interrogar o ex-presidente Lula em Curitiba, ciente de uma série de novos fatos criminosos atribuídos ao petista que forma narrados por um de seus maiores colaboradores desde a fundação do PT nos anos 80.

Até poucos dias, o ex-presidente Lula e seus seguidores ainda sustentavam o argumento de que o petista era vítima de perseguição política. Segundo Lula, ele era acusado por pessoas que não tinham como provar as acusações que lhe imputavam, apesar do vasto material probatório entregue pelos principais cúmplices de seus crimes. Lula foi desmascarado por  ex-amigos ilustres, como Léo Pinheiro, da OAS, Marcelo e Emílio Odebrecht, e João Santana. Mas até então, nenhum de seus acusadores gozava de credibilidade junto aos simpatizantes do petista. Haviam se tornado inimigos dispostos a tudo para se livrarem de suas condenações.

Coube ao ex-ministro Antonio Palocci jogar uma pá de cal no pouco que restava da biografia de Lula e sepultar definitivamente as velhas narrativas petistas. Palocci é um dos mais importantes membros da cúpula do PT, praticamente o terceiro na hierarquia partidária, atrás apenas de Lula e José Dirceu. O ex-ministro confessou que foi cúmplice de Lula em vários crimes e confirmou com extrema precisão os depoimentos de outros delatores ilustres.

Moro terá diante de si um Lula desmoralizado por alguém de dentro de sua organização criminosa e fará juízo do petista justamente com base no extenso volume de informações e documentos de que já dispõe. Palocci não era apenas um dos escudeiros do petista. Era considerado praticamente um filho de Lula dentro do partido.

Na última semana, Lula e seu advogado Roberto Teixeira também forma desmascarados por Galuco Costamarques, o primo de José Carlos Bumlai usado como laranja para acobertar a aquisição de um terreno para o Instituto Lula e uma cobertura vizinha ao apartamento do petista em São Bernardo do Campo.

Mas estes não são os únicos aspectos do interrogatório desta quarta-feira que colocam Lula numa condição bem diferente daquela observada em seu primeiro confronto com Moro. Desta vez, o juiz da Lava Jato terá diante de si, segundo sua própria avaliação formal, um criminoso que já foi condenado em julho a nove anos e meio de prisão pelo crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Moro também determinou o bloqueio de cinco imóveis e de R$ 9.6 milhões em contas do petista, condenado neste processo por ter recebido vantagens indevidas no caso do triplex no Guarujá, oferecido pela construtora OAS em troca de sua contratos superfaturados na Petrobras.

Assim como Lula encolheu na avaliação da população do país, o fracasso de sua caravana por sua terra natal atestou este fato recentemente, o petista se apresentará diante do juiz Sérgio Moro como um anão, um farrapo sob o ponto de vista moral e ético. Um reles criminoso condenado. 
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