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Lula, Dilma, Palocci, Edinho, Mantega, Paulo Bernardo, Gleisi e Vaccari denunciados por organização criminosa



Após mais de três anos de investigação, todos os membros da cúpula do PT foram finalmente denunciados pelo crime de organização criminosa. Entre as estrelas da denúncia, estão os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, os ex-ministros Antonio Palocci Filho, Guido Mantega, Edinho Silva e Paulo Bernardo, a senadora Gleisi Hoffman e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto.

A denúncia tem como base a longa investigação da Operação Lava Jato, que apontou que o PT formou uma organização criminosa para desviar dinheiro da Petrobras.

Todos são suspeitos de “promover, constituir, financiar ou integrar, pessoalmente ou por interposta pessoa, organização criminosa”, cuja pena é de 3 a 8 anos de prisão, além de multa.
Caberá ao ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo, notificar os acusados a apresentarem resposta e levar o caso à Segunda Turma do STF, que decidirá se eles viram ou não réus pelo crime.

Segundo a denúncia, entre 2002 e 2016, os oito acusados "integraram e estruturaram uma organização criminosa com atuação durante o período em que Lula e Dilma Rousseff sucessivamente titularizaram a Presidência da República, para cometimento de uma miríade de delitos, em especial contra a administração pública em geral".

O fato de a senadora Gleisi Hoffmann, uma das denunciadas, ter foro privilegiado e os fatos estarem relacionados aos outros, que não têm, é o que mantém o caso no âmbito do Supremo.

De acordo com a PGR, a "organização criminosa" do PT é "parte de uma organização criminosa única, que congrega, pelo menos, os partidos PT, PMDB e PP, bem como núcleos diversos.
Segundo Janot, Lula já foi acusado de organização criminosa no Paraná, mas a apuração no Supremo "é mais abrangente" por "narrar maior quantidade de ilícitos praticados pela organização".
A procuradoria afirma que a "quadrilha do PT" permaneceu em atividade até o afastamento provisório de Dilma da Presidência.

Segundo a PGR, "os concertos das ações criminosas praticadas voltaram-se especialmente para a arrecadação de propina por meio da utilização de diversos entes e órgãos públicos da administração pública direta e indireta, tais como a Petrobras, do BNDES e do Ministério do Planejamento".
O esquema criminoso permitiu que os acusados recebessem, juntos, R$ 1,5 bilhão em propina, além de terem atuado para beneficiar integrantes de outros partidos.

Curiosamente, a denúncia é fruto de uma das investigações mais antigas da Lava Jato e estava em poder da PGR há mais de um ano. O fato da denúncia contra a organização criminosa formada pelo PT ter finalmente saído da gaveta pode ter relação com o fiasco no acordo de delação da JBS.
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