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Jean Wyllys promete ir à Justiça para impedir que Gays arrependidos tenham direito à terapia



Um assunto polêmico voltou a dominar os debates esta semana. juiz federal Waldemar Cláudio de Carvalho, da 14ª Vara do Distrito Federal, que concedeu uma liminar que abre a possibilidade para que psicólogos possam oferecer terapias de auxílio para Gays arrependidos.

O juiz acatou o pedido da psicóloga Rozângela Alves Justino em processo aberto contra o Conselho Federal de Psicologia, que aplicou uma censura à profissional por oferecer a terapia aos seus pacientes. Segundo Rozângela e outros psicólogos que apoiam a prática, a resolução do conselho restringia a liberdade científica.

O deputado Jean Wyllys reagiu com indignação sobre a decisão judicial que pode permitir que profissionais prestem auxílio a pessoas em busca de ajuda.  “Em nome de que ciência ela está falando? É uma loucura o que a gente está vivendo”, declarou o deputado.

O deputado do PSOL prometeu mobilizar o Parlamento para recorrer da decisão do juiz federal. “É uma aberração jurídica, como outras que acontecem no país. Como é que o Judiciário se presta a isso? O Judiciário não está agindo de acordo com a Constituição”, afirmou

O debate é polêmico não apenas no Brasil, pois envolve interesses de grupos distintos que tentam definir de forma científica um comportamento que pode ter origem em dezenas de situações distintas. Em todos os casos, todos os que se opõem à possibilidade de terapias alternativas para o acompanhamento de pessoas em conflito com a própria sexualidade não levam em conta indivíduo, potencialmente interessado em buscar ajuda.

Tentar impedir que um profissional possa prestar assistência a indivíduos angustiados por sua própria orientação sexual não parece algo coerente, tendo em vista que o próprio Conselho Federal de Psicologia regulamenta tratamentos para pessoas que pretendem se submeter à cirurgias de mudança de sexo, um tipo de procedimento profundamente mais radical, complexo, traumático e irreversível. A impressão que se tem é a de que existe um lobby mundial favorável a proliferação dos homossexuais. Ao mesmo tempo os entusiastas do mundo LGBT reagem com extremo radicalismo diante de qualquer iniciativa que aborde o tema como um problema.

O marketing em torno do homossexualismo tenta impor aos jovens a ideia de que ser Gay é lindo, é maravilhoso, etc. A ditadura Gay é uma forma descarada de encorajar este tipo de postura, omitindo todos os problemas, angústias e desafios que este tipo de comportamento pode acarretar ao indivíduo. Existem milhões de jovens enfrentando problemas com depressão, conflitos existenciais, dependência química. Estes são justamente os mais vulneráveis a este tipo de encorajamento promovido pelos ativistas do homossexualismo, que tentam vender a todo custo a ideia de que esta é uma opção libertadora, quando na verdade não é, em muitos casos.

Seria exagero afirmar que todo homossexual pauta sua existência por algo tão trivial e íntimo. Apenas aqueles que fazem de sua condição a essência da própria vida e fazem questão de sinalizar ao mundo exterior sua orientação de forma ostensiva.

Se há tanto entusiasmo no sentido de encorajar que um número cada vez maior de pessoas se tornem homossexuais, por que não permitir que que alguns homossexuais em conflito tenham o direito de buscar alívio para suas angústias? Tratar o tema como "Cura Gay" é uma abordagem desonesta para algo que pode sim, significar alívio e conforto para pessoas que enfrentam conflitos angustiantes. Se o indivíduo é livre para assumir, em dado momento de sua vida, uma orientação sexual, não há motivos para impedi-lo de rever sua opção, caso queira determinar um outro rumo para sua vida. A liberdade do ser humano de escolher o que é melhor para si deve estar acima de tudo.

Associação Americana de Psiquiatria, por exemplo, adverte os profissionais éticos sob o juramento hipocrático de não fazer mal nem se abster de tentar a terapia. O deputado Jean Wyllys não parece nenhum pouco preocupado com autodeterminação do paciente ao discutir se a terapia deve estar disponível.

Mark Yarhouse, da Universidade Regent de Pat Robertson , escreveu que "os psicólogos têm uma responsabilidade ética para permitir que os indivíduos busquem um tratamento destinado a reduzir experiências de atração do mesmo sexo ou a modificar comportamentos do mesmo sexo, não só porque afirma os direitos do cliente dignidade, autonomia e agência, como pessoas presumidas capazes de escolher livremente entre modalidades de tratamento e comportamento, mas também porque demonstra respeito pela diversidade.

Yarhouse e Throckmorton, da escola cristã privada Grove City College , argumentam que o procedimento deve estar disponível por respeito ao sistema de valores de um paciente e porque eles acham evidências de que ele pode ser efetivo.

Haldeman também defende o direito de um cliente ao acesso à terapia se solicitado a partir de uma posição plenamente informada : "Para alguns, a identidade religiosa é tão importante que é mais realista considerar mudar a orientação sexual do que abandonar a religião de origem ... e se há aqueles que procuram resolver o conflito entre orientação sexual e espiritualidade com terapia de conversão, eles não devem ser desencorajados ".

O ICD-10 da Organização Mundial de Saúde , que juntamente com o DSM-IV é amplamente utilizado internacionalmente, afirma que "a orientação sexual por si só não deve ser considerada como uma desordem". Ele lista a orientação sexual ego-distônica como uma desordem, em vez disso, que define como ocorrendo onde "a identidade de gênero ou a preferência sexual (heterossexual, homossexual, bissexual ou pré-púbera) não está em dúvida, mas se o indivíduo que deseja mudar por causa de associados transtornos psicológicos e comportamentais, tem todo o direito de procurar tratamento para mudá-lo ".

Esta semana, a Justiça Federal do Distrito Federal permitiu, em caráter liminar, que psicólogos possam possam fazer terapias com homossexuais sem sofrer nenhum tipo de censura por parte do Conselho Federal de Psicologia (CFP)
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