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Janot usou documentos falsos em nova denúncia contra Temer e repassou informações de Cunha para Lúcio Funaro



O ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deve enfrentar uma série de investigações nos próximos meses. Além de ter usado documentos falsos para formular a segunda denúncia contra o presidente Michel Temer, Janot é acusado por Eduardo Cunha de ter "copiado e colado" trechos de seus depoimentos no acordo de delação do doleiro Lúcio Funaro, principal peça usada por Janot antes de deixar o cargo para formular a denúncia contra Temer.

Entre os documentos falsos usados por Janot na denúncia contra Temer, há citações de inquéritos que o ex-advogado da Odebrecht, Rodrigo Duran, afirma terem provas falsas fornecidas pela empreiteira ao MP. Duran questiona os extratos de uma conta no Meinl Bank, em Antígua.

Entre os problemas, datas em português num documento em inglês e a movimentação da conta depois de encerrada. Na denúncia, Janot utiliza extratos do mesmo banco, com as mesmas inconsistências, para acusar Temer, Eduardo Cunha e Henrique Alves.

O extrato abaixo, por exemplo, indica intervalo de dois anos entre duas movimentações, uma em 6 de outubro de 2010 e a seguinte em 26 de setembro de 2012. Outro extrato da mesma conta mostra, entretanto, que foram feitas transações neste período.

Já o ex-deputado Eduardo Cunha promete problemas não apenas para Janot, como para o doleiro Lúcio Funaro, que foi premiado pelo ex-procurador-geral com um belo acordo de delação premiada, em troca de fazer acusações contra Temer. Cunha afirma ter provas que Funaro e Janot fraudaram não apenas o acordo de delação do doleiro, como também a segunda denúncia contra Temer, que deve ser votada na Câmara no início de outubro.  
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