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Foi só cancelar acordo da JBS, e a chave do notebook de Marcelo Odebrecht apareceu rapidinho. Corre Lula, Corre Dilma



Apesar de toda a tristeza nos corredores da Globo, o cancelamento da delação dos açougueiros da JBS começa a apresentar os primeiros resultados positivos para a Lava Jato. O exemplo de que as coisas podem dar errado chamou a atenção do empreiteiro Marcelo Odebrecht, que desde que foi preso em 2015, fazia corpo mole para entregar a senha de seu computador pessoal apreendido pela Polícia Federal.

Bastou o anúncio do cancelamento da delação da JBS e a prisão de Joesley Batista e Ricardo Saud, uqe a Odebrecht apareceu rapidinho com as senhas que vão permitir que a PF escrafunche os segredos do príncipe das empreiteiras escondidos em seu empoeirado notebook.

Foram inúmeras as tentativas de obter acesso aos dados do dispositivo, mas Marcelo alegava que que a senha era gerada por dispositivo eletrônico – um tal de token – que ele não sabia onde estava.

A PF chegou a se queixar com o Ministério Público. Para os delegados era inadmissível que o executivo tivesse conseguido celebrar o acordo de delação premiada sem liberar o acesso do seu computador pessoal. Delegados chegaram inclusive a pressionar a empresa com ameaça de que poderiam indicar ao MPF a necessidade da revisão do acordo de delação caso o acesso ao equipamento não fosse liberado. Apesar da pressão, Marcelo Odebrecht permaneceu gelado como sempre e não moveu uma palha para facilitar a vida dos investigadores.

Como a casa caiu para os açougueiros da JBS e está prestes a cair também para o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o pessoal da Odebrecht percebeu que o caldo engrossou e logo trataram de aparecer com as senhas antes da chegada de Raquel Dodge. Ao que tudo indica, a nova PGR virá com disposição para revirar as lambaças de Rodrigo Janot para blindar políticos do PT em seus acordos feitos nas coxas. Lula e Dilma que se preparem. A PF sempre desconfiou que Marcelo guardava alguns segredinhos sórdidos no equipamento que levava para todos os lugares. Inclusive nas dezenas de reuniões que manteve com Dilma no Palácio do Planalto.

Para mostrar que está empenhada em colaborar com as investigações e manter o acordo de delação e leniência acertados, a Odebrecht decidiu enviar técnicos de informática para Curitiba, para fornecer o programa e as chaves de acesso que possibilitaram que a Polícia Federal acessasse o computador.

Após cozinhar o galo por mais de um ano, a Odebrecht sentiu o bafo quente no cangote e informou por meio de nota que “continua colaborando com a Justiça no Brasil e nos países em que atua. Está empenhada em ajudar a esclarecer qualquer dúvida sobre os relatos apresentados por seus executivos e ex-executivos”. 
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