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Fala do general Mourão é apenas a ponta do iceberg. Militares são os guardiões de Moro, da Lava Jato e da Democracia



Por uma mera questão estratégica, as limitações impostas ao governo sobre o uso de aparatos de inteligência não valem para as Forçar Armadas. Obviamente, o país não pode prescindir do uso de mecanismos de coleta de informações envolvendo questões de segurança.

A fala do general Antonio Hamilton Mourão do dia 15 deste mês, durante palestra promovida pela maçonaria, em Brasília, gerou uma grande polêmica. Mourão apenas falou sobre a importância do papel das Forças Armadas no país, caso o Brasil enfrente algum risco de desequilíbrio da ordem democrática. Isto é um fato.

Por outro lado, Mourão apenas repercutiu o consenso geral dos militares, que manifestaram alívio após o país ter superado uma das mais graves conspirações da história para derrubar um governo constitucionalmente legítimo.

Cinco dias antes de sua fala em Brasília, Mourão participou da  314ª reunião do Alto Comando do Exército, realizada no Quartel General do Exército, também em Brasília. Toda a  cúpula do Exército, incluindo nada menos que 16 generais, debateu o mesmo tema abordado por mourão cinco dias depois, durante o evento da Loja Maçônica Grande Oriente.

Os histéricos da esquerda e da imprensa que tentam pegar Mourão para Cristo exigindo uma punição exemplar para o general sabem muito bem qual é o papel das Forças Armadas em caso de quebra da ordem democrática e de violações constitucionais perante a ameça de golpes de Estado. Não é apenas o general Mourão que possui ciência sobre seu dever e que compartilha desta convicção de que as Forças Armadas são de fato a última fronteira na garantia da Democracia, da ordem institucional, do equilíbrio entre os três poderes e o Estado de Direito.

Como milhões de brasileiros confiam, as Forças Armadas estão de fato de prontidão para garantir a manutenção da Lei e da Ordem em caso de instabilidade política e social. Um bom exemplo disso foi o que ocorreu em Brasília no mês de maio, quando grupos de terroristas e ativistas de esquerda apoiados pela Rede Globo, que promoveu a conspiração de Janot e Joesley para derrubar o governo Temer, incendiaram três prédios públicos na Esplanada dos Ministérios e tentaram invadir o Palácio do Planalto.

Naquele dia fatídico, o então ministro da Justiça, Osmar Seraglio, a quem cabia convocar a Força Nacional de Segurança, simplesmente desapareceu e desligou o telefone. O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, mandou deslocar apenas um pequeno grupo de policiais militares para conter os vândalos, tratados como manifestantes pela Globo, que tentavam invadir o Palácio do Planalto. Não fosse a ação das Forças Armadas, ninguém pode garantir que algo trágico não ocorreria naquele dia.

 Em outro evento recente, as Forças Armadas foram convocadas a intervir no Rio de Janeiro, em operações delicadas como o cerco à Favela da Rocinha. É fato que a ação militar sofre duros reveses com a  sabotagem de integrantes do governo estadual, com forte presença do crime organizado, dos meios de comunicação, dos ativistas de esquerda e até mesmo de policiais militares corruptos que atua à serviço do tráfico no Rio.

E não são apenas os militares da ativa que estão alinhados com a necessidade de manter as Forças Armadas em estado permanente de Vigilância. Militares da reserva também manifestam suas preocupações nas redes sociais. Embora a conspiração para derrubar o governo Temer patrocinada pela Rede Globo, que contou com a participação de membros da Procuradoria-geral da República e do Supremo Tribunal Federal, em conluio com os criminosos da JBS, tenha fracassado, outras ameaças ainda pairam no ar.

Há tempos, movimentações no próprio STF e na PGR indicam que há um grande interesse em melar a Operação Lava Jato e destruir a reputação do juiz Sérgio Moro. Estes órgãos do Estado foram aparelhados durante quase uma década e meia pelos governos do PT de Lula e Dilma. O partido conta com simpatizantes não apenas na PGR e no STF, mas também na Polícia Federal e no Ministério Publico Federal. Isto é um fato notório.

Estes grupos, junto com empresas prejudicadas pelo fim das mamatas no BNDES e grupo de comunicação que viram suas receitas minguarem após a queda do PT, representam a maior ameaça à Lava Jato e à determinação do juiz Sérgio Moro em prosseguir com seu trabalho de combater a corrupção e levar os criminosos para a cadeia. O ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, espalhou centenas de cascas de banana para Moro escorregasse em ao menos uma delas. Moro é alvo da atenção de muita gente que espera ansiosa que ele cometa uma falha. Mas esta mesma gente vem tentando sabotá-lo, de modo forjar uma falha do juiz para destruir sua imagem.

Pode parecer estranho que o maior veículo de comunicação do país, com maior alcance, finja ignorar a existência do homem mais respeitado, o mais honrado e que representa a esperança de milhões de brasileiros no combate à corrupção. Mas é exatamente isso que acontece com a Globo em relação ao juiz Sérgio Moro. A emissora, que conta com correspondentes em todo o mundo, jamais cobriu um evento, palestra, ou premiação honrosa oferecida ao juiz brasileiro em várias partes do mundo.

Moro é celebrado como um dos maiores especialistas em crimes de lavagem de dinheiro do mundo. Participou de dezenas de eventos internacionais de grande visibilidade, mas a Globo sempre ignorou os feitos e a participação do juiz em eventos tão importantes para a imagem do Brasil no exterior. Nas telas da Globo, seja na TV aberta ou na TV por assinatura, se vê todo tipo de representante da esquerda ocupando programas inteiros, como Jean Wyllys, Fernando Haddad, Gilberto Carvalho, Marina Silva e outros elementos cúmplices da roubalheira do PT. Na tela da Globo se vê de tudo, menos o juiz Sérgio Moro, o maior ídolo do Brasil. Alguém ainda acredita que isso é por acaso?

Moro está prestes a prender o ex-presidente Lula e provavelmente vai mandar prender a ex-presidente Dilma, caso as denúncias criminais que pesam contra a petista sejam remetidas à 13ª Vara Federal do Paraná. Moro é o Simbolo da Lava Jato e têm a confiança da quase totalidade de brasileiros. Sua disposição em prosseguir com seu trabalho é  motivo de preocupação para muitos grupos que ainda nutrem esperanças de voltar ao poder.

Os militares não escondem que estão de prontidão para garantir que Moro tenha autonomia para prosseguir com seu trabalho. A partir de relatórios da inteligência, os militares já identificam resistências em alguns ministros do STF e do STJ, e em membros da Procuradoria Geral da República, que, segundo avaliam, dificultam a erradicação da corrupção no meio político. Os militares tem conhecimento de que o PT ainda tem forte influência no conjunto das instituições do Estado.

A mensagem do general Mourão, que reconheceu que a lei e a ordem estariam de fato fragilizadas por estas forças, não foi contestada por nenhum membro da alta cúpula do exército. Pelo contrário, O comandante do Exército, chefe do Alto Comando, general Eduardo Villas Boas, tido como um moderado, afirmou recentemente que "Não está agendada nenhuma intervenção militar, mas confirmou que há “dentro da rotina militar”, planejamento para qualquer eventualidade". Isto significa que, se depender das Forças Armadas, nem o STF nem a Globo vão conseguir derrubar um presidente para colocar outro aliado em seu lugar e não vão conseguir barrar o juiz Sérgio Moro.
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