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Em poucos dias, o Brasil vai saber a verdade por trás do uso da PGR por Janot e Joesley Batista.



Enquanto muitos acreditavam no prevalecimento da impunidade e do cinismo dos protagonistas da trama mais vergonhosa da história da República, o acordo de delação premiadíssima dos executivos da JBS acabou ruindo feito um castelo de areia. E esto aconteceu antes mesmo do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ter terminado seu mandado à frente da PGR.

Há quem diga que a derrocada do acordo não poderia ter acontecido em um momento tão oportuno. Mas há os que apostam que esta foi a pior hora para que toda a trama desaguasse na farsa que acabou ficando comprovada. Isto porque o próprio Janot se viu obrigado a interferir no processo começado por ele, Joesley e homologado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin.

No desespero para blindar o ex-procurador da República, Marcelo Miller, seu ex-braço direito na PGR, Janot teve que apagar rastros que podem ser farejados por sua sucessora, Raquel Dodge. Na verdade, esta será a maior missão da nova procurador-geral, tendo em vista que o futuro e a credibilidade da Operação Lava Jato depende diretamente do esclarecimentos destes fatos. Sobretudo aqueles que dizem respeito ao papel dos principais cúmplices de Joesley no assalto aos cofres públicos: os ex-presidentes Lula e Dilma.

Não há dúvida de que muita sujeira será removida debaixo do tapete. O encontro de Janot com o advogado de Joesley Batista em um boteco às vésperas de sua prisão é apenas um dos elementos que comprovam o envolvimento do procurador-geral na trama com os criminosos da JBS. Como se não bastasse, a filha de Janot, advogada Letícia Ladeira Monteiro de Barros, faz parte da equipe do escritório contratado por donos da JBS.

A reputação de Raquel Dodge também está consignada ao esclarecimento destes fatos para a sociedade. A nova PGR tem vários fatores que pesam em favor da investigação e punição exemplar de todos os envolvidos em irregularidades. Além da pressão exercida por parte da sociedade, setores do executivo, judiciário e legislativo farão de tudo para ver toda esta história colocada em pratos limpos.

A suspeita de que Joesley batista tenha sido usado de forma criminosa por Janot, setores do judiciário, da esquerda e de grupos poderosos para desestabilizar o país é algo que não pode ser ignorado ou esquecido. E quanto mais os envolvidos na trama se esforçarem para conferir um ar de normalidade à tanta bandidagem, pior será para eles quando a verdade começar a emergir.
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