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Em gravação, Joesley Batista compromete a Rede Globo e diz que chance de ser preso é 'zero'



Em um dos trechos das novas gravações em poder da Procuradoria-Geral da República (PGR) o dono da JBS, Joesley Batista, compromete a Rede Globo e afirma não será preso que nem outros membros de seu grupo, inclusive o ex-braço direito de Janot, Marcelo Miller.

O empresário cita o Jornal Nacional, como se a Rede Globo estivesse dando cobertura para garantir o êxito da trama envolvendo o controverso acordo de delação garantido por Janot e pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin.

"Não tem nenhuma chance. Nenhuma chance. Sabe qual a chance de eu ser preso? Nenhuma. Zero. Não precisa dar explicação nenhuma. Por quê? Porque não vai. Não tem nenhuma chance. Tá no Jornal Nacional. Zero", afirma Joesley ao executivo Ricardo Saud, em um dos novos áudios sob investigação da PGR.

Veja abaixo outro trecho:

Joesley: "Eu não vou ser preso. O pessoal não vai, diretor não vai. Ninguém aqui vai ser preso".

Em outro trecho, Joesley volta a garantir que não será preso: Não tem nenhuma chance. Nenhuma chance. Sabe qual a chance de eu ser preso. Nenhuma. Zero. Não precisa dar explicação nenhuma. Por quê? Porque não vai. Não tem nenhuma chance. Tá no Jornal Nacional. Zero".

O diretor da JBS, Ricardo Saud faz uma observação: "Por que se eu sair, vai ter um bochicho".

Joesley: Na reunião, vai ter a reunião, antes de começar, deixa eu falar um negócio aqui. Não tem a ver com a reunião, mas tem um barulho aqui. Ricardo, é bom falar, porque você desarma o cara. Ó Marcelo, eu podia tomar um minutinho da reunião aqui. Ó, deixa eu falar um negócio pra vocês. Tem um barulho aqui sobre o meu emprego lá, o que eu fazia. Queria tranquilizar todo mundo, eu não vou ser preso, ninguém vai ser preso'.

Joesley fez referência ao ex-braço direito de Janot na PGR, Marcelo Miller, garantindo que ele também não seria preso. Ao citar o Jornal Nacional, Joesley deu a entender que a Globo daria cobertura favorável para o caso.

segundo levantamento feito pelo Estado, os açougueiros da JBS/Friboi descrevem 240 condutas criminosas cujas penas somadas individualmente poderiam alcançar de 400 a até 2 mil anos de prisão.
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