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Em 3, 2, 1...Governo Temer passa a ter maior influência na sucessão em 2018 com estabilidade e confiança do mercado



Os números positivos da economia não param de surpreender o mercado, os analistas e até mesmo o eleitorado, que se sente cada vez mais seguro em voltar ao mercado de consumo com a inflação e os juros tão baixos. O problema da maioria dos partidos é que Temer sabe muito bem disso e deve sair ainda mais fortalecido politicamente, após sepultar mais uma denúncia do ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Como se não bastasse controlar o partido com maior tempo de TV e rádio na propaganda eleitoral gratuita, Temer tem ainda o mérito de ter subjugado uma recessão que já perdurava por três anos, ter humilhado a Rede Globo, que apostou todas as suas fichas na desestabilização e até mesmo na derrubada de seu governo e ainda por ser reconhecido como o maior carrasco da história do PT de todos os tempos. Existem vário motivos para que as manifestações "Fora Temer" não tenham prosperado.

Enquanto praticamente todas as forças políticas e meios de comunicação do país tentam minar a influência de Temer no jogo sucessório, o presidente vai acumulando vitória em cima de vitória nos campos políticos e econômicos. A cautela de muitos em participar da olimpíada para derrubar o governo é uma prova de que Temer é bem mais forte do que muitos tentam desenhar.Apesar dos baixos índices de popularidade, apenas 39% dos brasileiros gostariam que ele deixasse o governo. A sensação de que Temer é ruim, mas é bom para o país cresce entre a população, na medida em que o controle da inflação e dos juros vai devolvendo os consumidores ao mercado.

Entre os indicadores econômicos positivos, a retomada na geração de empregos tem motivado a romaria ao Palácio do Planalto e já  tem muita gente indo falar com o presidente com um pires na mão. Nem mesmo as ameças de usar a segunda denúncia de Janot tem sido suficiente para intimidá-lo. Temer já avisou que não vai pedir votos, não vai negociar emendas e também não vai mapear os votos dos parlamentares. Quem quiser votar a favor da denúncia furada de Janot, que vote, diz um interlocutor do Palácio do Planalto.

Enquanto a imprensa tenta vender a ideia de que a base governista está fragmentada, Temer mantém o ritmo de trabalho e ignora as pirraças de aliados. O presidente quer mover a base aliada na direção de uma candidatura única em 2018 e quem quiser ficar de fora da aliança ampla vislumbrada pela cúpula do governo, que fique.


Por mais que seja duro admitir, uma realidade incontestável começa a ser reconhecida no meio político: governar é coisa para profissional. É justamente para este consenso que começam a convergir a maioria das opiniões sobre a gestão do presidente Michel Temer.

"Tem sido surpreendente a forma com que Temer consegue superar desafios teoricamente intransponíveis, como os dos últimos meses. Apesar de sua impopularidade, o presidente tem demonstrado uma capacidade impressionante de resistência. Impressiona também a sua determinação e serenidade com que enfrenta situações tão adversas e inoportunas", admite um senador da oposição.

"O Brasil está bem melhor agora com Temer do que nos dias tenebrosos do governo Dilma, quando o país estava prestes a enfrentar uma convulsão social sem precedentes. Temer livrou o país de uma tragédia. O fato é que o país poderia estar bem melhor, não fosse o empenho de inimigos que sequer esconderam suas faces nos últimos meses. Governar um país é coisa para profissional. Não é para amadores demagogos, populistas e corruptos". diz um assessor do Planalto que testemunhou os momentos sombrios que se seguiram ao ataque da Globo contra o governo.

A possibilidade do governo ampliar a recuperação da economia e conquistar a confiança da sociedade nos próximos meses é concreta, avaliam analistas. Neste cenário, Temer poderá fazer toda a diferença no quadro da sucessão presidencial de 2018. Este é o maior receio da esquerda e motivo de constrangimento para aqueles que se colocaram contra o governo durante a crise política deflagrada pela delação dos criminosos da JBS, dos ataques de Janot e da Globo. O jogo ainda não virou, mas tudo indica que a fila para beijar a mão do presidente nos próximos meses pode crescer, incluindo setores da imprensa. 
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