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Em 1, 2, 3... Pronto. Joesly e Janot viram vilões na Globo e seus satélites



A semana começa com uma reviravolta em uma das mais fantásticas armações da história da República, devidamente sustentada com todo afinco pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o açougueiro Joesley Batista e a Rede Globo por mais de 120 dias.

A presepada da delação premiadíssima dos executivos do Grupo J&F desmoronou como um castelo de cartas marcadas. As máscaras começaram a cair e tem muita gente envergonhada de ter participado da conspiração que micou.

A partir deste domingo, os heróis fajutos começam a ser abandonados pela grande mídia e passam a ser tratados com a mesma distinção que o site Imprensa Viva vem tratando há mais de 120 dias: meros criminosos.

Janot e Joesley saem das manchetes nacionais e vão direto para as páginas policiais, acusados de tramar uma conspiração no seio da Procuradoria-Geral da República. É lamentável que em um momento sequer, os envolvidos nesta trama ardilosa tenham se compadecido dos milhões de chefes de família desempregados, dos milhões de pequenos empreendedores a beira da falência.

Os protagonistas desta aventura vergonhosa não se preocuparam em implantar seus planos diabólicos justamente num momento em que a economia do país começava a ensaiar os primeiros passos na direção da recuperação da confiança e da geração de empregos.

Movidos por motivos inconfessáveis, apostaram todas as suas fichas numa conspiração que levou o país ao caos e favoreceu o recrudescimento do discurso da esquerda raivosa e corrupta que não se conformava por ter sido banida do poder central, da administração pública, das diretorias das estatais e dos bancos públicos.

Os conspiradores sequer se envergonharam por terem se aliado a bandidos da pior espécie, como Joesley Batista e Ricardo Saud, para incendiar o país e derrubar um governo meramente transitório. Ficarão eternamente marcados pela chaga da vergonha, do antipatriotismo e da corrupção genocida que levou milhões de brasileiros ao desespero.

Apesar de ousada, a trama não tinha qualquer chance de prosperar justamente por se tratar de algo tão absurdo e por envolver gente de caráter tão rasteiros e desejos tão primitivos. Joesley Batista e Ricardo Saud foram flagrados numa gravação na qual combinavam forjar gravações também com ministros do Supremo para depois chantageá-los. Mesmo em se tratando de uma Corte que não goza lá de tanta credibilidade junto ao povo, os indivíduos tramaram contra uma das mais importantes instituições do país com planos de manipulá-la.

A ordem dos ministros do STF para que Janot e Fachin fossem impiedosos com os criminosos da JBS não foi fruto apenas do corporativismo, mas teve também da preocupação com o zelo pela instituição. Para coroar o episódio com um desfecho mais trágico ainda, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, foi flagrado num cantinho de boteco em Brasília com o advogado de Joesley Batista, Pierpaolo Bottini, justamente no momento em que Fachin decidia se decretava a prisão dos açougueiros da Friboi, o que acabou se concretizando.

Com isso, os patrocinadores da trama ardilosa deflagrada pela Globo e seus satélites no dia 17 de maio não terão mais como sustentar a narrativa criminosa que bancaram ao longo dos últimos meses. Este triste episódio acabou. A partir dos próximos dias, vem a sequência devastadora, porém libertadora da verdade que há de prevalecer sobre tudo isso. 
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