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Covardia de Janot em não comparecer à posse de sua sucessora é uma vergonha, dizem colegas da PGR



O clima na Procurador-Geral da República neste domingo que antecede a posse da nova chefe do órgão, Raquel Dodge, é de entusiasmo. Os preparativos para a cerimônia, que contará com a presença do presidente Michel Temer, estão a todo vapor. A única nota triste é a ausência anunciada por Rodrigo Janot, que decidiu não comparecer à posse de sua sucessora Raquel Dodge, marcada para a manhã desta segunda-feira.

Após dizer que não havia sido convidado e desmentido publicamente pela nova procuradora-geral, Janot mudou sua versão e disse que "considerou uma descortesia ter sido convidado apenas por e-mail". A desculpa não colou. Todos os demais procuradores da República receberam o mesmo convite de forma protocolar em  mensagem assinada pelo Ministério Publico Federal. Quando Janot assumiu, em 2013, Janot também convidou seu antecessor, Roberto Gurgel, via comunicação interna. Gurgel foi à posse de Janot.

Para um sujeito que vivia dizendo que a instituição (PGR) deveria ser colocada sempre acima dos interesses e das pessoas, Janot deixa o comando do órgão com um vergonhoso ato de desprezo pela instituição que sempre disse defender, diz um procurador da República.

"Ainda está em tempo. Ele pode mudar de ideia e demonstrar um pouco de dignidade se comparecer à esta cerimônia tão importante para todos nós, procuradores. Passar o bastão para aquele que chega é não apenas um gesto de apoio à nova PGR, como também uma demonstração de que cumpriu seu dever com dignidade, que não tem nenhum receio quanto ao que há por vir", diz um ex-colega de Janot.

Sua saída pela porta dos fundos encerra de forma melancólica um ciclo tortuoso na PGR.
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