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Cármen Lúcia comanda o teatro do ridículo no STF e finge ignorar vergonha do país de um réu concorrer à Presidência



A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, comanda mais em espetáculo do ridículo perante uma nação envergonhada perante o mundo com a possibilidade do país ter um candidato réu em seis ações penais e já condenado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Os onze ministros do STF continuam fingindo ignorar a situação vexatória do país com a candidatura do ex-presidente Lula, condenado por crimes graves na Lava Jato e apontado como chefe de organização criminosa em inquérito que tramita no próprio STF.

O Supremo julga a possibilidade de ampliar o leque de aplicação da Lei da Ficha Limpa, que impede a candidatura de políticos condenados em segunda instância, mas até o momento, ninguém na Corte ousou se pronunciar sobre o escárnio contra a sociedade brasileira, representado pela ameaça de ter um candidato mais do que ficha suja para a Presidência da República.

O que mais assusta em toda esta história é que todos os ministros do Supremo estão para lá de familiarizados com os métodos de financiamentos de campanhas do PT, que usou dinheiro roubado da Petrobras nas últimas três eleições presidenciais, conforme ficou comprovado na Lava Jato.

Cinco dos onze ministros votaram nesta quinta-feira para que o prazo de inelegibilidade da lei da ficha limpa atinja quem foi condenado por abuso de poder político e econômico antes mesmo da lei entrar em vigor. A norma foi editada em 2010 e passou a ter validade em 2012. Depois disso, ficou mais do que claro que não apenas o ex-presidente Lula, mas sua sucessora Dilma Rousseff extrapolaram qualquer conceito vago de que seria abuso de poder político e econômico. Os dois usaram seus cargos como mandatários do país para assaltar a Petrobras e financiar campanhas milionárias. As investigações em curso na Lava Jato revelaram que nas últimas eleições, o PT gastou três vezes mais que o valor declarado por Dilma à Justiça Eleitoral. Foram quase R$ 500 milhões de dinheiro roubado do contribuinte. Estas informações foram confirmadas por criminosos condenados, como Joesley Batista, Marcelo Odebrecht, Léo Pinheiro, Eike Batista e os próprios marqueteiros de Lula e Dilma, João Santana e Monica Moura.

Os ministros do STF envergonham o país com um teatro tão absurdo nesta avaliação da Lei da Ficha Limpa. É uma vergonha para o pais ter um candidato com a ficha criminal de Lula, que só se tornará inelegível pós uma condenação em segunda instância,

Até este momento, não há nada que impeça que Lula se candidate novamente à Presidência da República do Brasil, apesar de sua extensa ficha criminal. De acordo com o especialista em direito constitucional e eleitoral Tony Chalita, se considerada a Lei de Ficha Limpa, Lula só seria barrado de uma candidatura em 2018 caso seja condenado pelo TRF-4 antes do dia 15 de agosto do ano que vem, data final para o registro das candidaturas no País.

Mas a defesa de Lula pode recorrer até a última instância e conseguir registrar a candidatura do petista, mesmo com ele condenado pelo  TRF-4.

Supremo Tribunal Federal julga alcance da Lei da Ficha Limpa, parado desde 2015, quando o ministro Luiz Fux pediu vista. 
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