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Bafo quente de Raquel Dodge no cangote de Janot arrepia PGR às vésperas de entregar o cargo a sucessora



O gesto do procurador-geral da República em convocar uma coletiva de imprensa para informar que o acordo de delação da JBS deve ser cancelado, após o surgimento de gravações comprometedoras, pode ser um sinal de seu desespero diante da possibilidade de sua sucessora resolver revirar o lodaçal que esconde os aspectos sujos de uma trama diabólica.

Raquel Dodge é uma desafeta assumida de Janot e de seus ´métodos'. Mesmo antes de assumir o cargo, a futura comandante da PGR fez questão de divulgar os nomes dos integrantes que irão compor sua equipe, todos considerados linha dura e opositores da postura de uso político do cargo atribuída a Janot.

Ao falar em cancelar o acordo de delação dos açougueiros da Friboi faltando apenas 12 dias para o fim de seu mandato, Janot deve dar início a uma corrida frenética para minimizar o impacto das revelações embaraçosas que ainda irão surgir após deixar o cargo. A possibilidade de ser indiciado como cúmplice nos crimes cometidos por seu ex-braço direito na PGR, Marcelo Miller é uma das maiores preocupações de Janot no momento.

As gravações de conversas que vieram à tona entre Joesley Batista e o diretor da JBS, Ricardo Saud, são gravíssimas e comprovam que o ex-braço direito de Janot instruiu o açougueiro da JBS para que ele gravasse o presidente Michel Temer para conseguir justificar a obtenção do acordo e dos benefícios indecorosos concedidos por Janot. 
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