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Anulação de imunidade dos criminosos da JBS era um clamor popular, mas só virou realidade após Joesley ridicularizar PGR e STF



A revogação da imunidade eterna concedida aos criminosos da JBS no controverso acordo de delação negociado na surdina pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot e homologada em tempo recorde pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, era um desejo de todos os brasileiros.

Desde a explosão do escândalo do vazamento patrocinado pela Globo de uma transcrição falsa da gravação feita por Joesley Batista com o presidente Michel Temer, as suspeitas de que havia uma trama ardilosa engendrada nos bastidores da JBS deixou muita gente desconfiada. A sanha da Globo e de Janot para derrubar o governo num momento em que o país experimentava os primeiros sinais de recuperação da economia fez que que se instalasse um verdadeiro caos no mercado e gerou uma das mais profundas crises políticas da história do país.

Desde então, o controverso acordo vinha sendo duramente criticado pela população. A insatisfação em ver criminosos que acumularam um patrimônio bilionário com o dinheiro que roubaram do contribuinte com a ajuda de Lula e Dilma foi amplificada quando foram divulgados os primeiros vídeos em que Joesley Batista confirmava ter cometido mais de 240 crimes que poderiam resultar em 400 anos de prisão. Mas apesar de ter assumido que roubou e distribuiu tanto dinheiro do povo a políticos corruptos, o açougueiro ganhou um habeas corpus eterno e um passe livre para ir viver nos Estados Unidos, para onde havia levado 80% da empresa que ergueu com o dinheiro dos brasileiros.

Mas num pais em que o apelo do povo não tem nenhum respaldo por parte das autoridades, os ministros do STF e os comando da PGR fingiam-se de desentendidos, enquanto Joesley Batista concedia entrevistas no maior cinismo aos meios de comunicação que participaram da conspiração mais vergonhosa da história da República. O cinismo com que alguns jornalistas e sites defendiam Janot e Joesley estava se tornando insuportável. Boa parte destes jornalistas de aluguel atacaram o site Imprensa Viva, que desde o início do escândalo em 17 de maio vem denunciando esta conspiração vergonhosa.

Mas bastou vazar uma gravação na qual o açougueiro de Goiás tramava grampear integrantes do STF para depois chantageá-los que os ministros do Supremo resolveram endurecer e pressionar o procurador-geral para que revogasse os benefícios indecentes concedidos aos criminosos.

Nesta sexta-feira, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, vai finalmente pedir a revogação da imunidade do empresário Joesley Batista e dos demais executivos do Grupo J&F. Joesley vai ficar sem perdão judicial eterno que havia obtido em abril. A decisão de Janot pode abrir brecha para que o empresário e os demais executivos sejam alvo de medidas cautelares e até de um pedido de prisão contra os açougueiros.

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