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A mão e o bolso de George Soros na imprensa brasileira. Bilionário Globalista financia o esquerdismo mundial



O bilionário George Soros pode estar por trás do financiamento do grupos de comunicação do país engajados em derrubar o governo Temer. O objetivo dos ataques sistemáticos ao governos seria justamente impedir a morte 'prematura' de todos os partidos de esquerda brasileiros. Soros, através da Open Society Foundation, despeja bilhões de dólares para organizações de pauta esquerdista (progressista).

Os ataques contra o governo visam garantir uma sobrevida aos representantes da esquerda brasileira, dando fôlego e argumentos para seus discursos e narrativas que naufragaram após o fiasco das administrações petistas de Lula e Dilma.

George Soros é um grande entusiasta do Globalismo, um fenômeno mundial com o qual os brasileiros estão pouco familiarizados. Trata-se na verdade de uma 'modernizada' no velho projeto comunista de constituir em Estado Forte em todo o planeta, só que com uma roupagem mais contemporânea, com a defesa de conceitos como a paz, o meio ambiente e o combate às desigualdades sociais, raciais e sexuais. Na prática, o Globalismo explora os anseios da sociedade dos dias de hoje, mas com os mesmos objetivos de dominação do comunismo do passado.

Um Estado Forte, na visão dos comunistas, significa dominar tudo, como impedir a livre concorrência, o controle do mercado e o favorecimento de grupos econômicos poderosos aliados. Resumidamente, o Globalismo preconiza o controle absoluto sobre a sociedade e o mercado em escala mundial. Daí o interesse de bilionários como George Soros nas oportunidades que podem surgir a partir de alianças com os progressistas(comunistas).

A maior parte dos eventos internacionais de esquerda contam com recursos da da Open Society Foundation. Os eventos são organizados em teatros, universidades, sindicaros e até mesmo em ginásios para garantir que líderes mundiais de esquerda continuem tendo voz. A imprensa financiada por Soros cobre estes eventos e colocam os mesmos temas em pautas diárias. Teoria da conspiração?

Um artigo já publicado aqui no Imprensa Viva oferece uma perspectiva até mesmo simplória para o que está acontecendo no país nos últimos meses. Acompanhe abaixo:

Agora é tarde para disfarçar. A crise política que tem causado bilhões em prejuízos para os brasileiros tinha que servir ao menos para alguma coisa. Independente das denúncias contra o presidente Michel Temer, todas elas extremamente artificiais, diga-se de passagem, seu esforço para recolocar o país nos trilhos após a maior e mais longa recessão da história é notável.

Neste momento, é perfeitamente possível identificar aqueles que abandonaram completamente o senso crítico, a imparcialidade e a torcida pela recuperação da economia para revelar seus ranços primordiais esquedóides.

É claro que o coro dos jornalistas empedernidos e histéricos acaba contagiando o público médio, que ainda se permite manipular pela falsa cruzada contra a corrupção que se vê atualmente na PGR, na TV e nas redes sociais. O histerismo e as insinuações maldosas à la Janot prosperam, sobretudo entre aqueles que pegaram carona na Lava Jato para ganhar alguma reputação. Usam o nome de Sérgio Moro e criticam Lula e o PT apenas pelo fato destes dois personagens simbolizarem exemplos insofismáveis sobre os anseios do povo no que diz respeito ao bem e o mal. Ao mesmo tempo, se dedicam com afinco a fornecer munição para que a esquerda sobreviva ao debate político, após comandar o maior assalto aos cofres públicos de toda a história.

É justamente entre esta clara linha da preferência popular que setores da imprensa tentam se equilibrar, enquanto tenta manipular a opinião pública. É só a coisa ficar muito descarada, e correm para elogiar Moro e malhar Lula. Pronto. Acreditam que fizeram as pazes com seus públicos. Depois, prosseguem com uma incerta aqui, uma insinuação ali e vão sentindo como as pessoas reagem. São justamente os mais perigosos, pois não possuem sequer a dignidade dos jornalistas assumidamente defensores da esquerda.

O problema é que essa gente jamais voltará a ser acreditada por pessoas razoáveis que percebem o quanto mergulharam de corpo e alma na aventura para desestabilizar o país em meio a um processo tão delicado quanto o da transição política.

Alguns devem se perguntar qual o sentido de tanta insanidade. Porque concentrar tantos esforços para destruir alguém que está cumprindo com relativa excelência a missão de cuidar da transição democrática do país? A eleição é logo ali, em 2018. Por que tanto alvoroço para derrubar o presidente agora? Por que tanto ódio de Temer? Será que é porque ele enxotou o PT do poder, após quase uma década e meia de corrupção e benesses com os meios de comunicação? Ou porque ele destruiu as fontes que financiavam sindicatos, movimentos sociais, artistas e toda sorte de vagabundo que vivia às custas do dinheiro do contribuinte?

A resposta é bem simples. Ninguém está preocupado com o que pode acontecer ao país até 2018. Quanto pior, melhor para essa gente que não consegue esconder seu descontentamento com a redução da inflação, da queda dos juros e da retomada na geração de empregos. Estão todos si lixando para o trabalhador, para o chefe de família, para o pequeno empreendedor. Querem é ver o circo pegar fogo apenas para garantir a eleição de um presidente conivente com eles todos, como foram Lula, Dilma e FHC. Alguém do esquemão. Todo emprenho em destruir a economia do país, alimentando uma crise após a outra, tem o único propósito de garantir a ascensão de um candidato compromissado com o resgate da conivência do Estado que prevaleceu no passado. Que garanta a continuidade por décadas de tudo daquilo que foi interrompido com a expulsão do PT do poder.

Visto por este ângulo, Temer foi o maior carrasco do PT e da esquerda brasileira de toda a história. Sozinho, conseguiu acabar com a mamata de mais de 2 milhões de soldados da esquerda financiados com o dinheiro do contribuinte, como os ocupantes de cargos comissionados, sindicalistas, artistas, beneficiários fraudadores dos programas sociais e militantes remunerados com dinheiro público. Não foi por acaso que o PT elegeu apenas um prefeito de capital nas últimas eleições, em Rio Branco, no Acre. Não foi por acaso que o PT caiu de 72 para apenas 7 prefeituras em São Paulo, todas irrelevantes. No país, o PT perdeu a influência direta sobre 96 milhões de eleitores, ficando com apenas 19 milhões após a eleição municipal de 2016. O partido perdeu ainda 84% de suas receitas com a demissão de milhares de funcionários em várias prefeituras. Somente em São Paulo e São Bernardo foram mais de cinco mil petistas extirpados da administração municipal. Isto significa que Temer impôs uma anemia profunda ao partido, que também perdeu 90% de seu poder de mobilização nacional. Não vai ser por acaso que o PT não conseguirá renovar nem 20% de sua bancada no Congresso nas próximas eleições.

Temer ainda deverá responder na Justiça por aquilo que o acusam. Mas por enquanto, ninguém na história do país pode lhe tirar o mérito de ter escorraçado o PT da máquina pública de forma tão impiedosa. Se por um lado, Sérgio Moro e a Lava Jato deram o pontapé inicial desmascarando a organização criminosa que se alojou na no poder, Temer terminou o serviço colocando todo mundo na rua da amargura. Por pior que seja e mesmo que muitos não reconheçam, Temer é o maior carrasco da esquerda e concretizou o sonho daqueles que passaram quase uma década e meia desejando um desfecho trágico para os criminosos arrogantes que roubavam o país e ainda zombavam do povo. A linha auxiliar da esquerda na imprensa odeia Temer. Mas para quem sofreu nas mãos do PT e lutou para se ver livre dessa gente, não há como odiar Temer, justamente o cara que realizou o sonho de milhões de brasileiros. Este pode ter sido seu maior mérito: livrar o país de Dilma e Cia. Temer conseguiu ainda salvar a Petrobras e outras estatais e bancos públicos, banindo indicações políticas para diretorias e cargos estratégicos. Fechou as torneiras do BNDES para os tradicionais aliados do PT e ampliou o crédito para outros empresas médias. É pena que não tenha se livrados dos bolivarianos revoltados na PGR e no STF. A julgar pelas suspeitas que pairam sobre os três poderes, a tendência é a de que ao menos o mais forte sobreviva.

Embora aqueles que produzem e que querem trabalhar ainda vão sofrer muito com as consequências deste jogo sujo da imprensa nos próximos meses, esta crise ao menos serviu para revelar a verdadeira face dos inimigos do Brasil.
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