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A estratégia de Janot e Fachin para livrar o ex-procurador Marcelo Miller da prisão



A dupla Janot e Fachin está envolvida até o pescoço com os episódios duvidosos envolvendo o acordo com os criminosos da JBS. O caso da liberdade do ex-procurador da República, Marcelo Miller, também envolvido até o pescoço em crimes de obstrução de Justiça e favorecimento dos criminosos da JBS com o uso de cargo público é apenas um exemplo.

Em seu pedido de prisão para inglês ver contra Marcelo Miller, Janot usou de um artifício claramente sorrateiro que acabou funcionando na dobradinha com Fachin. O PGR formulou propositalmente o pedido de prisão de seu ex-braço direito com base em acusações de participação na organização criminosa comandada por Joesley Batista e omitiu no pedido as verdadeiras razões para a decretação da prisão de Miller.

Ao receber a bola levantada por Janot, Fachin não teve dificuldade em 'captar a mensagem' e não determinou a prisão do ex-procurador da República Marcello Miller, alegando que não há elemento indiciário com a consistência necessária para a decretação da prisão temporária por organização criminosa. O cinismo da jogada ficou latente na observação feita por Fachin ao negar o pedido de prisão de Miller: “ainda que sejam consistentes os indícios de que pode ter praticado o delito de exploração de prestígio e até mesmo de obstrução às investigações, não se mostraram presentes os elementos de estabilidade e permanência que configuram o crime de associação criminosa".

Miller atuou junto a Ricardo Saud e impediu a entrega de gravações que podem incriminar ainda mais os açougueiros da JBS no episódio da gravação feita por Joesley Batista com o ex-ministro da Justiça do governo Dilma, José Eduardo Cardozo.
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