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Temer ironiza desespero de Janot em acordo de delação com Funaro, o franco atirador disposto a tudo para sair da prisão



O presidente Michel Temer ironizou o desespero do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, na apresentação do pedido de homologação da delação premiada do corretor de valores Lúcio Funaro, o preso mais desqualificado de toda a Operação Lava Jato.

Em sua tentativa desesperada de provocar mais um fato político durante a viagem de Temer à China e tentar prejudicar sua participação em encontro dos BRICS, Janot sequer prestou atenção à cláusula relativa a improbidade administrativa, o que obrigou o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal), a devolver a delação premiada para que o procurador corrija os erros.

Na China, ao ser questionado pela imprensa brasileira sobre o assunto, o presidente disse que "só soube da notícia" e deve ter havido "algum equívoco" no conteúdo do acordo. Eu suponho até que o procurador deverá esclarecer e vai devolver (ao SFT). Essa coisa está no Judiciário, não é mais comigo", afirmou.

Temer achou graça da trapalhada de Janot e afirmou que está tranquilo. De fato, o corretor Lúcio Funaro já tentou delatar praticamente todos em Brasília em troca de um acordo de delação, mas sem apresentar provas. Mas para Janot, uma simples citação do nome de Temer já é suficiente para o procurador denunciá-lo como chefe de organização criminosa.

Enquanto isso, Janot finge ignorar as denúncias contra Lula, Dilma, Guido Mantega, Gleisi Hoffmann e todos os colegas petistas que estão livres, leves e soltos. 
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