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"Temer dizimou o PT e acabou com a raça dos bolivarianos. Campanha da Globo e de Janot é fichinha", diz assessor



"O presidente Michel Temer tira de letra o jornalismo predatório da Globo e os atos políticos do Procurador-geral da República, Rodrigo Janot". Este foi o comentário enviado por um interlocutor do Palácio do Planalto sobre um artigo publicado aqui no Imprensa Viva, sobre a escolha dos presidenciáveis no Brasil. (Leia aqui)

Segundo a fonte, "Temer enfrentou e destruiu a máfia bolivariana do PT que reinava no Brasil há mais de uma década e meia. O presidente enfrentou bandidos perigosos e recebeu ameaças de toda natureza, mas não recuou de seu propósito de acabar com um grupo político corrupto e incompetente que se enraizou no poder e estava erodindo as bases que sustentam este nação, arrastando o país para o abismo social, político e econômico".

"Ele foi avisado diversas vezes que estava se metendo com interesses muito poderosos, que sofreria retaliações implacáveis e que não conseguiria governar o país" diz a fonte. "Após o impeachment da ex-presidente Dilma, Temer se tornou alvo de ameaças, chantagens e propostas indecorosas para não mexer em interesses de grupos poderosos como setores do funcionalismo público, servidores terceirizados, sindicatos e até de gente da classe artística. Em nenhum momento, o presidente cedeu ou recuou de seus propósitos de passar o pente-fino na administração pública e de banir completamente aquela raça de sanguessugas, inclusive nas estatais"

"Ninguém imagina o tamanho da queda de braço que o presidente enfrentou durante seus primeiros seis meses de governo. Ele foi ameaçado, amaldiçoado e até jurado de morte. O Temer foi subestimado e até mesmo desrespeitado por ser um homem educado, por seu jeito tímido e aparência frágil. Foi ai que muitos quebraram a cara. Ninguém viu o presidente bater na mesa e gritar um "ponha-se daqui para fora". Ele só faz isso em último caso, mas quando o faz, quer dizer que não cede, que não tem conversa, que rompeu e que está disposto a enfrentar qualquer tipo de retaliação"

"Temer é duro e não tem misericórdia quando julga que está fazendo o que é certo para o país. Ele pergunta isso com frequência a seus interlocutores, se a pessoa acredita que aquilo que está propondo é o melhor para o país. Já vi muita gente tinhosa recuar de suas pretensões e se aliar ao presidente justamente por sua honestidade e franqueza. Ele definitivamente não é o tipo de pessoa que costuma deixar conversas desconversadas e as pessoas aqui em Brasília já se acostumaram com seu jeito objetivo de definir logo as coisas. Ele também não conversa uma coisa com um e outra coisa com outro. Não esconde nada. Ninguém duvida da honestidade e da pressa de Temer em resolver os problemas mais urgentes do país. Nem mesmo seus opositores mais ferrenhos. Na maioria das vezes, as pessoas sabem que ele está certo sobre suas decisões, pois conhece a fundo cada questão, cada gargalo, e tem sempre uma forma eficiente de acabar de vez com os problemas.

Desde que assumiu a Presidência, o Temer já apanhou duro e sofreu decepções de onde menos esperava. E quando ele está decepcionado, ele pensa mais do que normalmente. Apesar de ser um excelente estrategista, ele não é vingativo ou leva suas decisões para o campo pessoal. O Brasil nunca teve um presidente tão absolutamente concentrado nos problemas do país.

Temer tem mais de vinte anos do convívio intenso com o Congresso, foi eleito presidente da Câmara três vezes, foi o presidente do maior partido do país e conhece a fundo todos os projetos que tramitaram na Câmara nas últimas décadas. Temer é um dos políticos com maior interlocução entre os parlamentares, conhece suas demandas, seus projetos e problemas de suas regiões. É um cara sensível, bom ouvinte e não se esquece nunca de nada. Ninguém sem estas qualidades teria a capacidade de romper com um grupo político tão poderoso o perigoso quanto aquele que estava no poder. Ninguém teria a capacidade de livrar o Brasil do PT e acabar com o projeto bolivariano da esquerda para o país. Temer foi mais corajoso, audacioso e determinado do que muitos podem supor. Enfrentar o que ele enfrentou definitivamente não é para qualquer um e é justamente por isso que ele é respeitado no Congresso e conta com a fidelidade e admiração de seus ministros.

Quando a Globo e setores do judiciário, como o Fachin e o Rodrigo Janot deram início àquela campanha sórdida para derrubar seu governo, muitos acreditaram que Temer sucumbiria em meio a forças tão poderosas. O presidente foi aconselhado a renunciar imediatamente por várias pessoas próximas que achavam que aquela situação era irreversível e que Temer não teria forças para suportar o que vinha pela frente. Mas quando o presidente bate na mesa, é por que está disposto a enfrentar mais uma batalha. E ele enfrentou com dignidade, sem perseguir ninguém.

A partir de sua convicção de que não havia feito nada de errado, concluiu que estava sim, sendo alvo de uma trama diabólica engendrada por pessoas com fortes elos com as administrações anteriores. Ele já havia prevalecido sobre os mesmos conspiradores. Mais de uma dezena de vezes, para ser mais preciso. Não seria desta vez que iria ceder. O presidente acabou com a raça do PT, baniu essa gente da administração pública, enxotou milhares de infiltrados na máquina pública, escorraçou a Dilma, seus ministros, diretores de estatais e todo seu grupo político do poder. Nem o Lula o convenceu a recuar ou minimizar aquela coisa dos objetos que foram levados do acervo da Presidência. Temer não deu colher de chá para ninguém. Se ele foi capaz de livrar o país de uma máfia perigosa que se apropriou do poder durante tanto tempo, não vai ser qualquer conspiração de fundo de quintal que vai derrubá-lo. Mentes criminosas de subnutridos de caráter não são capazes de enganar uma nação assim tão fácil. Tanto é que o povo não embarcou na aventura e não foi para a rua. O presidente Michel Temer tira de letra o jornalismo predatório da Globo e os atos políticos do Procurador-geral da República, Rodrigo Janot

Na semana da votação da denúncia do Janot, Temer não procurou nenhum parlamentar. Teve gente aqui para conversar com ele, falou que ia votar a favor da denúncia, mas não ouviu da boca dele nenhuma proposta. Nenhuma promessa em troca de votos. Alguns confirmaram isso inclusive na imprensa. Ele venceu todos os desafios que lhe foram impostos com dignidade, os desafios reais e os inventados. Se a imprensa do país fosse mais honesta e menos comunista, o Brasil conheceria melhor o presidente que tem", finaliza a fonte.

A mensagem enviada pelo interlocutor do Palácio do Planalto coincide com o aniversário de um ano do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e com a mensagem divulgada pelo Presidente Michel Temer no dia de sua viagem para a  Cúpula dos Brics na China. No vídeo abaixo, Temer fala sobre sua disposição de vencer aqueles que tentam sabotar seu governo e ao país: "Sabemos que tem gente que quer parar o Brasil, e esse desejo não tem limites. Quer colocar obstáculos ao nosso trabalho, semear a desordem nas instituições, mas tenho força necessária para resistir", disse Temer, destacando que "o momento pede sobriedade, responsabilidade e paciência".  O presidente garantiu que não vai permitir que nenhuma "agenda negativa" atrapalhe o seu governo. "Nenhuma força me desviará desse rumo", completou Temer.

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