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Temer diz que vitória na Câmara foi apenas a primeira derrota daqueles que tentam destruir o país



Apesar dos baixíssimos índices de popularidade, o presidente Michel Temer tem vencido praticamente todos os desafios a que se propôs e também aqueles que tentaram lhe impor ao longo deste primeiro ano de governo. Contrariando interesses poderosos como os dos meios de comunicação, grupos empresariais dependentes do dinheiro do contribuinte, artistas, sindicatos e praticamente toda a esquerda latino-americana,  Temer tem conseguido manter a tranquilidade, ao mesmo tempo em que está impondo derrotas humilhantes a seus detratores.

O presidente disse nesta quinta-feira, 3, durante entrevista à rádio BandNew, que a vitória na Câmara na quarta-feira de barrar a denúncia contra ele por corrupção passiva, deu início à “derrota” daqueles que querem afastá-lo, numa clara referência ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, os representantes da esquerda brasileira e a Rede Globo

"É curioso que, ao longo do tempo, o que tem acontecido é exatamente a  derrota daqueles que querem ver prosperar essa eventual possibilidade do afastamento do presidente da República", afirmou Temer, que  voltou a chamar a denúncia de Janot de"inepta" e disse que as acusações são de "natureza política", acusando o procurador de defender os interesses do PT.

Após mais de 70 dias de campanha intensa da Globo para derrubá-lo, Temer comprovou sua força com a vitória na Câmara dos Deputados, que rejeitou, na quarta-feira, por 263 votos contra 227, a denúncia da PGR contra ele. Os governistas precisavam de apenas 172 votos para barrar o prosseguimento da acusação, mas o governo conseguiu quase 100 votos a mais. Em pronunciamento depois do encerramento da sessão, Temer disse que não era “uma vitória pessoal”, mas sim “do Estado democrático”.

Na entrevista desta quinta, Temer voltou a criticar a frivolidade de Janot e chamou a denúncia de “kafkiana”. “Quem ouve o áudio, não verifica nenhum compromisso meu que permitiu esse processo que ninguém sabe bem o por quê (dele) e nem porque prosseguiu”, lembrou.

 Temer destacou ainda algumas conquistas recentes de seu governo, como a queda da inflação e a redução dos juros, e afirmou que agora se sente “fortalecido” para aprovar a reforma da previdência. “Eu sei que muitos que votaram contra (ele na denúncia) votam a favor da previdência”, afirmou.

O presidente disse ainda que a reforma da previdência corta privilégios dos mais ricos, da elite do funcionalismo público, e que na forma como ela foi redigida a transição da idade mínima para homens acontecerá de forma gradativa ao longo de 20 anos. “Vamos estabelecer uma reforma suave, paulatina e em 20 anos vamos implementá-la”, afirmou.

É claro que o empenho do governo em superar a conspiração recente poderia ter sido revertido para aprovação de projetos importantes para o país nestes quase três meses em que a Globo e o PT tentaram mergulhar o país no caos. O Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles afirmou nesta quinta-feira que todas as dificuldades enfrentadas na economia agora se devem a queda na arrecadação, notadamente provocada pela conspiração de setores do Judiciário, da oposição e da imprensa.

Apesar do baque na economia, Meirelles garantiu que ainda não há nenhuma decisão definitiva sobre a mudança da meta fiscal para 2017. “Nós estamos trabalhando no assunto. A princípio, a meta é R$ 139 bilhões. Nosso objetivo é cumprir a meta. Nós estamos agora analisando quais foram as razões da queda da arrecadação no primeiro trimestre que gerou exatamente essa perspectiva, digamos, essa incerteza em relação à meta.”

Embora a demonstração de confiança de Temer passa surpreender a maioria dos brasileiros, no exterior, o presidente já é visto como o mais forte entre todos, desde a redemocratização do país nos anos 80. "Temer navegou contra correntes devastadoras dos meios de comunicação, de setores políticos do judiciário e impôs as mais humilhantes derrotas nos governos com temperos socialistas que dominaram o Brasil por quase três décadas. Para um país que atravessou 13 anos de governos corruptos comandados por Lula da Silva, o ex-presidente condenado recentemente por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, a passagem de Temer pelo governo representará um marco na história do país, com a modernização da economia, os avanços tardios nas relações trabalhistas e a consolidação da percepção de que o país tem jeito. A administração do peemedebista tem sido uma aula para todos seus antecessores em vários aspectos, com vitórias impossíveis e aprovação de reformas históricas", dizem analistas estrangeiros.


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