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O negócio é fingir que Temer é pior que Dilma e deixar a Globo e os petistas gastando saliva até 2018



A situação do Brasil não é lá das melhores, mas poderia estar bem pior, não fosse o emprenho do presidente Michel Temer em banir a corja do PT do poder. Não fosse isso, o país teria hoje 20 milhões de desempregados, inflação de dois dígitos ao mês, juros na estratosfera, Petrobras falida e gasolina custando dez reais.

Mas como se trata de uma democracia, todo cidadão tem pleno direito de se queixar e chorar à vontade. É fato que a Globo, que faturava R$ 550 milhões por ano em publicidade dos governos petistas não está nada satisfeita em ver esse faturamento ser reduzido para menos da metade com Temer.

Dos mamadores da Lei Rouanet, nem se fala. Afinal, sugaram nada menos que R$ 15 bilhões durante os governos de Lula e Dilma, e agora, não colocam mais a mão em nem um centavo do dinheiro do contribuinte. O cantor Chico Buarque teve até que gravar um disco recentemente e voltar a cantar, após mais de dez anos de vida boa.

Os donos dos movimentos sociais que atuavam a serviço do PT também não estão nada satisfeitos com o corte dos generosos repasses do governo federal. Os sindicalistas então, nem se fala. Ao impor o fim do imposto sindical obrigatório na reforma trabalhista, Temer devolveu um dia de renda ao trabalhador e colocou mais de 300 mil pelegos na rua da amargura.

Tem também os jornalistas de aluguel, blogs e sites d notícia que viviam das gordas remessas legais e ilegais dos cúmplices da roubalheira do PT na Petrobras. Isso sem contar os empresários acostumados com o dinheiro fácil do BNDES, que viram seu talento para negócios simplesmente desaparecer da noite para o dia.

É claro que tem os descontentes por outros motivos, como aqueles que se permitiram enganar pela propaganda enganosa do PT sobre os supostos aspectos negativos da reforma trabalhista, aqueles que acham que a reforma da previdência é apenas uma maldade do governo, aqueles que acreditam que a liberação de emendas não era obrigatória e estava prevista no orçamento deste ano, que acham que o dinheiro foi para o bolso dos deputados e não para projetos nas áreas de saúde, educação e saneamento de seus redutos eleitorais, enfim. Que Temer é o único na história do Brasil e do mundo a negociar emendas parlamentares em troca de apoio político.

Há ainda aqueles que acham culpam Temer por ter sido vice de Dilma, mesmo tendo ele se empenhado para livrar o país do PT e de toda a corja de bandidos que assaltou os cofres públicos por mais de treze anos e os que acreditam em petistas como Rodrigo Janot, que tenta sabotar o governo desde o acordo mentiroso de Sérgio Machado, uma semana após a posse de Temer ainda na interinidade, e dos que acreditam na integridade de adorador de Dilma e do MST, Edson Fachin.

No meio disso tudo, tem ainda os desinformados e teleguiados pela Globo e outros veículos compromissados com os especuladores do mercado financeiro amantes do dólar nas alturas, dos juros estratosféricos, acostumados a ganhar dinheiro sem precisar bater um prego na barra de sabão.

Apesar de tantos descontentes que não são capazes de tomar um quarteirão da Paulista, a notícia ruim é que a turma saudosa e chorosa pela queda de Dilma e do PT não conseguiu derrubar Temer, que não é lá uma Brastemp como presidente, mas é bem melhor que os bandidos que pretendiam transformar o Brasil numa Venezuela. É pena que a turma do mi mi mi ainda não se deu conta que nas ruas tem tanta gente querendo a volta de Dilma quanto a queda de Temer. Praticamente ninguém.

Ah, tem mais um detalhe: a turma do mi mi mi não vai tirar férias após as eleições de 2018. Vão chorar por muitos e muitos anos. 
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