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O fim melancólico de Janot. Avião da FAB negado, derrota política humilhante e ira do povo por melar a Lava Jato



O procurador-geral da República Rodrigo Janot planejava encerrar sua passagem pelo comando do órgão com chave de ouro. Apesar de ter passado quatro anos no cargo blindado os membros da organização criminosa chamada PT, Janot acabou ganhando notoriedade nacional as custas do brilhante trabalho realizado pela Lava Jato, a de Curitiba.

E foi justamente o sucesso da operação que lhe permitiu manipular algumas investigações que deveriam ter alcançado a cúpula do PT, como no caso do acordo com o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado. Janot ainda conseguiu barrar o acordo de delação do publicitário Marcos Valério e do ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro. Ambos tinham relatos mortais contra Lula, membros da alta cúpula do PT e até mesmo o ministro petista do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli.

Sérgio Moro teve que contornar a "esperteza" de Janot e convocar Léo Pinheiro para depor contra Lula, para concluir a ação penal do caso do triplex no Guarujá. Mesmo sem um acordo de delação, a colaboração do principal cúmplice do ex-presidente nos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro foi crucial para a elucidação de vários crimes que vitimaram a Petrobras.

Por fim, sempre muito confiante na credibilidade da Operação Lava Jato, Janot tentou sua cartada final para fechar com chave de ouro sua nebulosa passagem pela PGR. Na moita, firmou um acordo bastante suspeito com os criminosos da JBS, sem a participação da Polícia Federal ou da força-tarefa do Ministério Público Federal da Lava Jato em Curitiba.

O país não entendeu tanta generosidade de Janot para com os bandidos que assaltaram os cofres públicos por mais de dez anos com a ajuda do PT de Lula e Dilma, mas conseguiram perdão total para os mais de 240 crimes escabrosos que confessaram, muitos deles sem fornecer qualquer prova consistente. Logo ficou claro o objetivo de Janot, que contou com a ajuda da JBS e de seus parceiros da Globo: derrubar o presidente Temer para vingar a queda de Dilma e o banimento do PT do poder.

Na cabeça de Janot e de seus parceiros na conspiração criminosa, o plano tinha tudo para dar certo. Temer era um presidente impopular, adiado pelos artistas, pelos sindicalistas e até mesmo por gente que não suporta Lula e Dilma. Seria fácil derrubar o presidente e ir para os braços da galera.

Derrubado, Temer ficaria sem voz, cairia no ostracismo e Janot e a Globo seriam responsáveis pela construção de um novo Brasil. Seria lindo se não fosse trágico. Os conspiradores menosprezaram a inteligência dos brasileiros, que não foram as ruas e a força política de Temer.

Como se tratou de uma manobra de cunho político, Temer optou por impor uma derrota humilhante aos seus detratores justamente no campo político. A denúncia furada de Janot, divulgada com estardalhaço pela Globo, que se fiou na reputação rasteira dos bandidos da JBS-Friboi, sofre uma derrota significativa na Câmara dos Deputados.

O que seria uma saída triunfal da PGR acabou se tornando quase um expurgo melancólico para Janot e uma derrota implacável de Temer contra todos aqueles que participaram desta tosca iniciativa de interferir na Democracia do Brasil. Acompanhe no vídeo abaixo alguns detalhes sobre os bastidores do fim do mandato de Janot na PGR:




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