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Não se enganem. Liberdade de corruptos no Brasil tem preço tabelado e não é barato. Filhos de Lula soltos até hoje



Enquanto os brasileiros manifestam sua indignação com a impunidade dos corruptos no país, os ministros e juízes esfregam as mãos de alegria com tantos poderosos investigados, denunciados e presos. Pelo menos no que depender das conversas de bastidores ouvidas em Brasília, um habeas corpus pode custar mais de R$ 2 milhões. Este teria sido o valor pedido pelo Senador Aécio Neves ao criminoso confesso Joesley Batista. O tucano havia afirmado que precisava do dinheiro para "bancar as despesas com sua defesa".

Quanto mais poderoso e influente, maiores seriam os custos para comprar pareceres favoráveis, adiamento em investigações e engavetamento do processos. Considerando o grau de impunidade de criminosos ligados aos políticos, como os empresários Eike Batista e Jacob Barata, ambos soltos por Gilmar Mendes e com fortes conexões com Lula e Sérgio Cabral, fica a dúvida sobre a imparcialidade dos ministros, procuradores e juízes que andam soltando bandidos que deveriam apodrecer atrás das gradas.

Um dos casos mais emblemáticos dos últimos tempos foi o habeas corpus eterno concedido pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot e homologado pelo ministro Edsons Fachin, do STF, aos criminosos do grupo JBS;Friboi. A nação não engoliu até o hoje o fato de Joesley Batista ter levado toda sua mudança para os Estados Unidos, junto com 80% da empresa que se agigantou com o dinheiro do contribuinte liberado aos bilhões por Lula e Dilma.

Outro caso de impunidade que tem chamado a atenção é o dos filhos do ex-presidente Lula. No caso do petista, sua liberdade é simplesmente uma aberração para a sociedade. Mas no caso de seus filhos, investigados por enriquecimento ilícito em várias operações da Polícia Federal, a impunidade que desfrutam até hoje tem cheiro de muito dinheiro.

Esta semana, durante a Operação Cobra, a Polícia Federal encontrou na casa do ex-presidente da Petrobras e Banco do Brasil Aldemir Bendine três folhas com anotações manuscritas referentes à Gamecorp, G4 e BR4. As empresas pertencem a Lulinha, filho mais velho do ex-presidente Lula. A Gamecorp já recebeu patrocínio do Banco do Brasil e tentou vender serviços à área de tecnologia quando Bendine era o chefe da instituição financeira. Bendine, que milagrosamente está preso, e Lulinha, mantiveram encontros misteriosos no banco em São Paulo.


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