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Mesmo que não vença, Bolsonaro deve eleger centenas de deputados, senadores e governadores em 2018 em todo o Brasil



Ao longo dos últimos meses, p nome do deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) alcançou um patamar de intenções de votos tão expressivo que se tornou impossível ignorar seu potencial como pré-candidato na disputa pelo Palácio do Planalto nas próximas eleições.

Bolsonaro cataliza votos de evangélicos, de ex-simpatizantes do PT e de outros setores do eleitorado insatisfeitos com a classe política. Por mais que a esquerda e seus opositores tentem colocar seus simpatizantes em um caldeirão com a inscrição "Extrema Direita", seria ignorância negligenciar o fato do deputado contar com a simpatia de pessoas de praticamente todas as classes sociais e em todas as regões do país.

Esta semana, Bolsonaro anunciou sua opção pelo PEN (Partido Ecológico Nacional) para lançar sua candidatura à Presidência em 2018. Independente do partido ou da vitória nas próximas eleições, boa parte da imprensa finge ignorar o potencial do ex-capitão do exército de eleger centenas de políticos em todo o país.

Em pesquisas recentes, o agora nada desprezível Bolsonaro aparece com quase 20% de preferência do eleitorado nas pesquisas de simulações de primeiro turno. No caso das pesquisas para o segundo turno, o deputado praticamente polariza com qualquer outro adversário. Isto significa que, além de um potencial candidato à Presidência da República, Bolsonaro se consolidou como um extraordinário puxador de votos, com possibilidade de eleger centenas de deputados estaduais, dezenas de deputados federais, senadores e até mesmo governadores nas próximas eleições.

É claro que os políticos não irão ignorar todo este potencial, ainda mais diante de condições tão adversas para a classe. Além de atrair um grande número de filiados para seu novo partido, Bolsonaro deve atrair alianças com outros partidos menores e médios já no primeiro turno.

O pré-candidato tem sido cortejado por nomes de peso na política nacional, inclusive com ofertas de ocupantes para o posto de vice em sua chapa. Esta semana, o senador Magno Malta (PR-ES) anunciou publicamente sua disposição de encarar a empreitada.

Ao Estadão, Malta confirmou sua aproximação com o deputado federal. "Temos conversado que, em 2018, todos estaremos juntos, independente de posições. Aliás, não só eu e ele, mas todos aqueles que repudiam esse modelo esquerdopata que destruiu o País", afirmou Estado/Broadcast Político.

Neste momento, absolutamente ninguém no meio político ignora que Bolsonaro é um ator político competitivo para a disputa do pleito do próximo ano. Se por um lado, o deputado conta apenas com o apoio de grupos políticos pouco expressivos, seus opositores mais ferrenhos são justamente as figuras proeminentes dos esquemas de corrupção dos governos do PT de Lula e Dilma. Bolonaro é ainda o pré-candidato que conta com a maior militância espontânea nas redes sociais e nas ruas.

A ida de Bolsonaro para o PEN envolveu algumas exigências. Entre elas, está a mudança de mone do partido. A legenda lançou uma enquete na página de Facebook e o nome "Patriota" tem grandes chances de ser o escolhido. Este é o nome do jogo. Este é o fator Bolsonaro.
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