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Lula tentou se safar mais uma vez de Moro e da delação da Odebrecht. STF negou recurso do covarde



Enquanto berra nos palanques que não tem medo do juiz Sérgio Moro, o ex-presidente Lula tenta desesperadamente nos bastidores se desprender da rede que o envolveu nas investigações da Operação Lava Jato. Nesta terça-feira, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou  recurso no qual o petista pedia para retirar depoimentos de executivos da Odebrecht que citam seu nome da 13ª Vara Federal em Curitiba, conduzida por Moro. O material que incrimina o petista foi enviado para Curitiba em abril pelo relator da Lava Jato no STF, ministro Edson Fachin. A defesa de Lula apresentou recurso contra a decisão, mas a Segunda Turma negou o pedido por três votos a zero.

Foram enviados a Moro trechos de delações de Marcelo Odebrecht, Márcio Faria da Silva e Rogério Santos de Araújo. Eles contaram que o consórcio formado pela Odebrecht, OAS e UTC venceu licitação para o fornecimento de sondas de extração de Petróleo na camada pré-sal. Logo depois, a Odebrecht teria recebido solicitação do ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco de 1% dos contratos a título de propina.

Parte deste dinheiro foi parar nos cofres do PT e Lula foi beneficiado de forma indireta pela propina. Segundo os delatores da empreiteira, 35% dos valores arrecadados com a propina foram destinados a funcionários da Petrobras e 65%, ao PT. Rogério Araújo disse que o rateio seria de um terço para os funcionários da Sete Brasil e da Petrobras, enquanto dois terços seriam para o PT, por decisão do partido e de Lula. Marcelo Odebrecht confirmou que se recusou a repassar parte dos recursos porque a propina exigida por Lula já estaria no valor global acertado previamente com o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci.

No último ano, Lula já gastou alguns belos milhões com advogados em suas tentativas frustradas de fugir de Sérgio Moro. O desespero do petista para se esquivar das investigações só comprova seu envolvimento nas atividades criminosas em que aparece como protagonista. Caso contrário, não haveria motivos para tanto desespero. 

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