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Joesley Batista quer ganhar tempo e pede mais seis meses para apresentar "provas" contra políticos



Para aqueles que achavam que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, passou dos limites ao promover o vergonho acordo com os criminosos da JBS, surge uma nova proposta dos açougueiros amigos do PT que desafia o bom senso da população.

Após conseguir um habeas corpus eterno sem entregar nenhuma prova ou devolver um único centavo aos cofres públicos, o empresário Joesley Batista anunciou que vai pedir um prazo de 180 dias para apresentar anexos de seu generoso acordo delação premiada. A solicitação será feita à Procuradoria Geral da República (PGR).

Segundo informou o G1 da Globo, parceira do Grupo empresarial, a proposta vale partir do dia 31 de agosto e os delatores querem mais 6 meses para fazer investigações internas e entregar mais material sobre políticos e sobre crimes praticados pelos donos e executivos da empresa. Isto significa que o material deverá ser entregue entre o fim de fevereiro e o início de março do ano que vem.

Após ter sido desmentido pela própria esposa, Ticiana Villas Boas, Joesley Batista alegou em nota que "nenhum dos colaboradores mentiu em qualquer depoimento".

Providencialmente, o pedido ocorre faltando poucos dias para o fim do mandato de Rodrigo Janot no comando da PGR. O procurador deixa o cargo em 17 de setembro, quando assume a nova procuradora-geral da República, Raquel Dodge.
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