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Janot é insignificante e a Lava Jato ficará melhor sem ele, afirma Temer.



O presidente Michel Temer afirmou que a Operação Lava Jato terá "rumo certo" em breve. A declaração foi feita durante entrevista ao Estadão neste fim de semana. Segundo o presidente, a situação da Lava Jato volta a normalidade logo após as mudanças na Procuradoria-geral da República, em referência à substituição de Rodrigo Janot, que termina seu mandato em setembro, pela subprocuradora da República, Raquel Dodge.

As mudanças "Darão o rumo correto à Lava Jato. Ninguém nunca pretendeu destruir a Lava Jato. Eu não ouvi o depoimento de nenhum agente público que dissesse vamos paralisar a Lava Jato, ninguém. Muito menos de ministros do Supremo ou membros da procuradoria ou membros do governo. Ninguém disse isso" lembrou Temer.

Estadão - E qual é o rumo certo?

Temer - O rumo certo é o cumprimento da lei. Rigorosamente o cumprimento da lei. Não há como descumprir a lei sob pena de criar instabilidade social, afirmou o presidente, numa clara referência ao uso político da Lava Jato, método adotado por Janot.

O presidente também se referiu ao comportamento "inadequado" do procurador sobre o fato de pedir a inclusão de seu nome no inquérito do "quadrilhão" do STF.

"Sabe quando o procurador fez isso, embora esse processo esteja correndo há três anos? Às vésperas da votação do Congresso, o que está a significar que, na verdade, ele passou a ter uma atuação muito mais de natureza política, e quase pessoal, do tipo “quero ver qual é o time que ganha”, e não a sua função institucional. Não se trata de disputas pessoais. Nem ele deve ter disputa pessoal com o presidente da República, muito menos eu terei com ele. Jamais lhe daria essa satisfação. Lamento é que ele, a todo momento, anuncia que vai fazer uma nova denúncia, baseada nos mesmos fatos. É um gestual político, institucionalmente condenável".

Temer lembrou ainda que a denúncia arquivada na Câmara não foi extinta:

Nas denúncias contra o senhor acha que foi cumprida a lei?

Prefiro não comentar porque tudo isso estará um dia sob a avaliação do Judiciário. Mas faço um registro: alguns deputados, quando votaram, disseram ‘O presidente será investigado’. Sabe qual é a suposição? Que o relator do STF vai ouvir testemunhas, chamar pessoas, pegar matérias. A investigação é algo que antecede a denúncia. O que se quer é o seguinte: como não se fez investigação durante o inquérito, vão agora depois da denúncia. Isso é de um ridículo jurídico que envergonha qualquer aluno do segundo ano da Faculdade de Direito.


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