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Janot assume que pretende matar a Lava Jato. A sociedade não pode ficar refém de uma investigação eterna



O Procurador-geral da República Rodrigo Janot afirmou nesta quarta-feira que "a Lava-Jato não pode ser uma investigação permanente" e que "sociedade e o Estado brasileiro não podem ficar reféns de uma investigação eterna"

Responsável por abalar a credibilidade da Lava Jato com o indecente acordo de delação premiada com os criminosos da JBS e por fazer uso político da investigação, Janot será substituído no dia 18 de setembro pela procuradora Raquel Dodge, que deve tomar a rédeas da investigação e que já prometeu concentrar seus esforços para fortalecer a Lava Jato. Mas ao que tudo indica, Janot não quer que isso aconteça.

— Acho que a Lava-Jato não pode ser uma investigação permanente. Ela não existe por si mesma, tem um escopo. A sociedade e o Estado brasileiro não podem ficar reféns de uma investigação eterna. Acredito que, com os últimos episódios, a gente vislumbre o final. Temos uma linha traçada de até onde a investigação pode ir e até onde se espera que ela vá — afirmou Janot, que participou do seminário E agora, Brasil?, organizado pelo GLOBO neta quarta-feira, 30. 
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