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Fachin livra Lula de Moro mais uma vez tira do juiz o inquérito sobre esquema de corrupção na Cervejaria Petrópolis



O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), livrou o ex-presidente Lula de mais um processo na Lava Jato e retirou das mãos do juiz Sérgio Moro o caso envolvendo os esquemas de corrupção do petista com a Odebrecht e Cervejaria Petrópolis.

A investigação sobre os pagamentos do Grupo Petrópolis a Lula tem relação com a delação premiada da Odebrecht fazia parte do acordo de delação para homologado pela presidente do Supremo, ministra Cármen Lúcia, no início de 2017.

Conforme os documentos que se encontravam em análise em Curitiba, o laudo com dados de pagamentos da Petrópolis e troca de e-mails dos executivos do grupo com pessoas ligadas a Lula foram anexados ao inquérito policial que também apura crimes de corrupção e lavagem de dinheiro nos recebimentos da LILS, a empresa de palestras do petista, e do Instituto Lula.



As investigações que estavam na jurisdição de Moro deveriam embasar uma nova denúncia criminal da força-tarefa da Lava Jato, em Curitiba, contra o ex-presidente – que já réu em outros processos criminais abertos neste ano.

Fachin, que já havia retirado quatro casos envolvendo o ex-presidente Lula das mãos de Sérgio Moro no último mês, determinou a remessa de mais este processo à Justiça Federal de São Paulo. A decisão, tomada na Petição (PET) 6694, reconsidera determinação anterior de envio das cópias à Seção Judiciária do Paraná, e leva em conta que os supostos fatos se passaram na cidade de São Paulo.

A Petrópolis, que pagou R$ 1,5 milhão para a empresa do ex-presidente, por três palestras, também era usada como laranja pela Odebrecht para disfarçar repasses milionários para as campanhas do PT. A cervejaria integra o grupo de maiores fontes de recursos da empresa de palestras de Lula.

Luiz Edson Fachin foi indicado pela ex-presidente Dilma para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal com a aposentadoria precoce do Ministro Joaquim Barbosa, outro protetor de Lula no caso do mensalão. Fachin teve intensa atuação política junto a uma ala mais radical do petismo e chegou a fazer campanha para Dilma em 2010.

Fachin fez dupla com Janot no escandaloso acordo dos criminosos da JBS e homologou a delação, garantindo aos irmãos Batista a imunidade total e eterna por mais de 240 crimes confessos. 
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