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Escalpelado, sem sua peruca de R$ 20 mil, Eike Batista esta ganhando tempo e cozinhando acordo de delação com Janot



Sem sua peruca de R$ 20 mil, o empresário Eike Batista prestou um depoimento vago à Justiça Federal esta semana e evitou comprometer o colega preso Sérgio Cabral, o ex-governador do Rio que roubou até mesmo as moedas dos mendigos cariocas.

Ao ser questionado sobre sua parceria criminosa com Cabral, Eike, que continua agindo como um bilionário da lista da Forbes, foi lacônico e disse que era "difícil" negar um pedido feito por um governador, em referência ao empréstimo de jatos a Cabral.

Ao que tudo indica, os tempos de moleza do ex-bilionário estão com os dias contados. Eike Batista está cozinhando um acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República comandada pelo blindador-geral do PT, Rodrigo Janot, que termina seu mandato em setembro. Se até lá Eike e Janot não derem um jeitinho, a exemplo dos irmãos Batista, vai ter que se haver com a nova comandante da PGR, Raquel Dodge. Segundo procuradores da República, com ela não tem moleza. Até lá, é bem provável que Eike se depare com a "necessidade" de abrir logo o bico sobre Lula, Dilma, Mantega e Cabral.

O ex-bilionário ainda não pagou a fiança de R$ 52 milhões estipulada pelo  juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal. Em prisão domiciliar e afastado de seus negócios, o empresário colocou a venda carros e embarcações que eram símbolo de seu antigo império – como o Lamborghini Aventador branco que enfeitava a sala de sua casa. O dinheiro levantado ficará bloqueado na Justiça e parte pode ser usado pelo empresário no plano de pagamento do restante da fiança. Além da 7.ª Vara, Eike tem bens bloqueados em processos na 3.ª Vara Federal Criminal.
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