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Dilma compara Bolsonaro e João Doria a Hitler, mas defende o assassino Nicolas Maduro em entrevista a BBC



A ex-presidente Dilma Rousseff voltou a comparar os dois pré-candidatos à Presidência mais bem posicionados nas pesquisas eleitorais, Jair Bolsonaro e João Doria, a Adolf Hitler. A candidatura de Lula não é certa, tendo em vista que o petista já foi condenado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro na primeira instância.  Na mesma entrevista que concedeu à BBC Brasil, Dilma defende o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.

BBC - A senhora acredita que Lula é a resposta que o Brasil precisa? O país não precisa de um novo líder, sangue novo?

Dilma Rousseff - Desde quando o novo é necessariamente novo em relação a um conceito positivo? O novo pode ser um Hitler. Não há garantia nenhuma. O povo reconhece o Lula porque durante o governo do presidente o povo viveu melhor. Não tem nenhuma manipulação.

BBC - Há muito tempo o PT apoia o governo da Venezuela. Recentemente, a presidente do partido, Gleisi Hoffman, reafirmou o apoio. Qual é a sua opinião sobre isso?

Dilma Rousseff - Eu vi a Venezuela antes do Hugo Chávez. Eu acho que Chávez foi o grande líder. Ele teve a sorte de pegar a evolução do preço do barril do petróleo chegando a US$ 140. Uma situação bastante confortável. Quando o preço começa a cair, não é só a Venezuela que sente. E aí a situação começa a ficar difícil.

Acho que o presidente Nicolás Maduro não tem a mesma estatura do Chávez. E com isso eu não estou fazendo nenhuma análise de valor. São pessoas diferentes. Acho que o Maduro pegou a Venezuela numa situação extremamente drástica, com uma queda violenta do preço do petróleo, que é um elemento fundamental no orçamento dele. 
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