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Delegado da PF que Lula queria arrancar R$ 100 mil prendeu petista acusado de arrecadar R$ 100 milhões para o PT



O delegado da Polícia Federal Filipe Hille Pace, mesmo que foi processado pelo ex-presidente Lula, colocou por trás das grades mais um peixe graúdo do PT. Em relatório divulgado nesta terça-feira, Pace afirmou que ‘existem robustos elementos probatórios de que a atuação criminosa’ do ex-líder dos governos Lula e Dilma, Cândido Vaccarezza, ‘na Petrobrás não se limitou ao seu suporte político para a contratação da empresa Sargeant Marine pela estatal’..

O delegado da PF foi alvo de um processo de reparação por danos morais movido pelo ex-presidente Lula, que queria uma indenização de R$ 100 mil. Lula processou o delegado por ter citado em um relatório policial o nome do petista constava na “planilha de propina” da empreiteira Odebrecht, sob o apelido de “Amigo”, a quem eram destinados milhões em propina.

Poucos dias após o relatório de Pace, o executivo Marcelo Odebrecht confirmou que Lula era sim o "Amigo" que aparecia nas planilhas de propina e disse ainda que o petista chegou a ter um saldo de mais de R$ 23 milhões na conta do banco de propina da empreiteira.

No relatório de buscas e apreensões no âmbito da Operação Abate, 44ª fase da Lava Jato, o delegado Filipe Pace concluiu que ‘houve, por parte do grupo encabeçado’ pelo lobista Jorge Luz, tentativa de envolver Cândido Elpídio de Souza Vaccarezza para o sucesso de ao menos três oportunidades de negócios na Petrobrás. Somente em uma das supostas negociatas, as investigações dão conta de uma solicitação de R$ 100 milhões de Vaccarezza enquanto arrecadador do Partido dos Trabalhadores"
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