\imprensa Viva
.

Começou o beija mão de Temer. Otimismo com a recuperação da economia começa a alcançar o cidadão comum



Por mais que seja duro admitir, uma realidade incontestável começa a ser reconhecida no meio político: governar é coisa para profissional. É justamente para este consenso que começam a convergir a maioria das opiniões sobre a gestão do presidente Michel Temer.

O receio de que esta constatação começa a alcançar a população também começa a se concretizar. O constrangimento entre os detratores do governo começa a ser imposto pela própria população, que constata no seu dia a dia a queda da inflação, dos juros e a retomada na criação de empregos com carteira assinada. De fato, não há como tentar convencer um chefe de família que amarga a dura realidade do mercado de trabalho há mais de dois anos, após conseguir finalmente um emprego.

Esta semana, o Ministério do Trabalho voltou a divulgar que o Brasil fechou o quarto mês seguido com criação de vagas. De acordo com o Caged, o mês de julho registrou um saldo positivo (contratações menos demissões) de 35,9 mil empregos formais. Nos últimos quatro meses, foram mais de 400 mil vagas abertas no mercado de trabalho, entre contratos efetivos e temporários.

Parece pouco, mas se comparada a situação do país quando Temer assumiu o governo, os resultados são excepcionais e as expectativas animadoras para os próximos meses. Esta semana, Temer anunciou que, pela primeira vez na história, entrarão até o fim do mês R$ 7 bilhões nas contas dos trabalhadores no FGTS referentes à metade dos lucros líquidos do fundo relacionado ao ano de 2016.

Temer lembrou que a imprensa omite os feitos do governo e ressaltou que "A novidade é que pela primeira vez na vida há uma distribuição dos lucros do FGTS. A regra que está na lei é que 50% do lucro líquido do Fundo de Garantia será distribuído a todos os trabalhadores que têm conta até o dia 31 de dezembro do ano anterior", afirmou o presidente.

Temer acumula em seu currículo feitos inéditos e extraordinários em tão pouco tempo no comando do país. Embora a imprensa, a oposição e setores do judiciários tenham se esforçado para destruir seu governo, o presidente conseguiu aprovar projetos virtualmente impossíveis, como a limitação do teto dos gastos públicos, uma medida que contraria a própria natureza política, a reforma trabalhista, reforma política, reforma do ensino médio e caminha para aprovar uma histórica reforma da previdência. Nos bastidores da imprensa e do Congresso, ninguém discorda que o peemedebista está pavimentando o caminho para os próximos presidentes da República com extrema eficiência, mesmo assumindo a missão de aprovar projetos impopulares.

O problema é que todos sabem que o trabalho realizado até aqui já começou a apresentar os primeiros resultados práticos na vida dos brasileiros. A extraordinária queda dos juros já está sendo sentida pelos consumidores. Juros mais baixos na contratação de empréstimos, renegociação de dívidas, cheque especial, cartão de crédito são apenas alguns dos reflexos das ações da atual política econômica coordenada por Temer.

Embora os especuladores e rentistas estejam bastante insatisfeitos, os consumidores já descobriram as vantagens de juros tão baixos. Empresas já oferecem bens de consumo como eletrodomésticos parcelados em 12 vezes sem juros ou mais. No mercado de automóveis, já há ofertas de financiamentos sem juros em até 48 vezes, dependendo do modelo.

Segundo a Anefac, a associação das financeiras, a taxa média do CDC (Crédito Direto ao Consumidor) é a menor dos últimos anos. A queda das taxas de financiamento dos veículos acompanha uma tendência na redução dos juros em geral. Isso pode ser explicado pela redução constante da Selic, também de acordo com a Anefac. “Tendo em vista a melhora das expectativas quanto à redução da inflação bem como a melhora fiscal, deveremos ter novas reduções da taxa básica de juros”, explicou a instituição. Das seis linhas de crédito pesquisadas pela Anefac, todas apresentaram diminuição, beneficiando consumidores e empresários brasileiros.

A trajetória descendente da taxa básica de juros também está contribuindo para o aumento da atratividade de fundos de investimentos e o retorno dos investidores a caderneta de poupança. No Boletim Focus desta semana, o mercado aponta para recuo da Selic para 7,50% ao fim de 2017, o mais baixo dos últimos quinze anos.

O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que mede a inflação oficial no país, ficou em 0,24% em julho. Em 12 meses, o índice acumulado é de 2,71%, o menor desde fevereiro de 1999 (2,24%).

Bancos privados como o Itaú Unibanco também anunciaram esta semana a redução das as taxas de juros para o crédito imobiliário, e agora o cliente pode financiar até 90% do imóvel. Obviamente, tudo isto é melhor do que a política do governo anterior, que oferecia redução de impostos para os empresários que não repassavam os descontos para o consumidor, que ainda tinha que pagar juros altíssimos pelos financiamentos. Os subsídios concedidos pelos governos do PT para o setor privado custaram R$ 723 bi aos cofres públicos e contribuíram para o rombo gigantesco deixado por Dilma no caixa da União.

A unanimidade entre os economistas é que a redução dos juros e a queda recorde da inflação já está aquecendo a economia através do aumento do consumo, da produção e da geração de empregos formais. A queda na inadimplência e o retorno das pessoas ao mercado de consumo é outro fator que deve aquecer a economia nos próximos meses.

A outra notícia positiva vem do setor que mais contribui para a balança comercial do país. A demanda por crédito rural entre médios e grandes agricultores chegou a R$ 8,4 milhões no mês passado, o que significa aumento de 23,2% em relação a julho de 2016 e um dos maiores dos últimos dez anos. O aumento dos financiamentos terá impacto de mais de 30% da safra agrícola 2017/2018.

Grupos políticos e setores da imprensa já começam a reconhecer que força e a capacidade de Temer superar obstáculos não se limitam aos desafios da economia. O peemedebista demonstrou nos últimos meses uma invejável força política no Congresso, tanto para aprovar medidas impopulares como para aglutinar apoio a seu governo, sepultando manobras pouco nobres de seus opositores. Mas a maior prova da força de Temer se deu diante dos ataques desferidos pela Rede Globo, que se valeu do apoio das esquerdas e de setores do judiciário para promover uma das campanhas mais violentas da história contra um presidente da República. Temer peitou a Globo, a PGR e o STF num momento em que todos apostavam em sua queda.

"Tem sido surpreendente a forma com que Temer consegue superar desafios teoricamente intransponíveis, como os dos últimos meses. Apesar de sua impopularidade, o presidente tem demonstrado uma capacidade impressionante de resistência. Impressiona também a sua determinação e serenidade com que enfrenta situações tão adversas e inoportunas", admite um senador da oposição.

"O Brasil está bem melhor agora com Temer do que que dias tenebrosos do governo Dilma, quando o país estava quebrado, prestes a passar por uma convulsão social sem precedentes. Temer livrou o país de uma tragédia previsível por todos os que o atacam agora. O fato é que o país poderia estar bem melhor, não fosse o empenho de inimigos que sequer esconderam suas faces nos últimos meses. Mesmo apesar deles, Temer, a Democracia e o Brasil prevaleceram. Espero que essa gente aprenda de uma vez por todas que o bem do país não pode ser ameaçado por interesses obscuros de grupos poderosos ou de ideologias estúpidas que apenas contribuíram para o atual estado de coisas. Governar um país é coisa para profissional. Não é para amadores demagogos, populistas e corruptos". diz um assessor do Planalto que testemunhou os momentos sombrios que se seguiram ao ataque da Globo contra o governo.

Esta semana, Temer se tornou alvo da disputa de dois pré-candidatos à Presidência em 2018. O primeiro foi o prefeito de São Paulo, João Doria, que recebeu elogios de Temer por sua capacidade de compreender os problemas do país. Enciumado, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que há poucos dias defendia o desembarque do PSDB do governo  orientou a bancada  do estado a votar contra Temer na denúncia de Janot.

— Quero dizer ao presidente Temer e ao presidente da Câmara que contem conosco. Está no emblema do estado de São Paulo: “Pelo Brasil, faça-se o máximo". Contem conosco para a gente ajudar em todas as reformas, para retomada do crescimento e do emprego, afirmou Alckmin, durante a abertura do 27º Congresso e ExpoFenabrave, principal evento da distribuição automotiva da América Latina, em São Paulo.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi outro que pediu a renúncia de Temer no auge da crise e sugeriu um "gesto de grandeza" do presidente. Esta semana, FHC recuou e admitiu o êxito do governo em superar a crise política e econômica e defendeu a permanência de Temer até 2018.

A situação de muitos parlamentares que votaram com o PT e contra o governo também não é lá das melhores. Na medida em que a sociedade reconhece os méritos do atual governo, aqueles que votaram a favor da denúncia do combalido Janot, desmoralizado pelo acordo com os criminosos da JBS, caem na vala comum da esquerda brasileira que ajudou a empurrar o Brasil para a pior recessão da história. Muitos dos que votaram contra o Temer já estão evitando o assunto.

A possibilidade do governo ampliar a recuperação da economia e conquistar a confiança da sociedade nos próximos meses é concreta, avaliam analistas. Neste cenário, Temer poderá fazer toda a diferença no quadro da sucessão presidencial de 2018. Este é o maior receio da esquerda e motivo de maior constrangimento para aqueles que se colocaram contra o governo ou permaneceram em cima do muro durante a crise política deflagrada pela delação dos criminosos da JBS e dos ataques de Janot e da Globo contra Temer. O jogo ainda não virou, mas tudo indica que a fila para beijar a mão do presidente nos próximos meses pode crescer, incluindo setores da imprensa. 
_____________
__________

Postar um comentário

Todas as notícias

Siga no Facebook

MKRdezign

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Tecnologia do Blogger.
Javascript DisablePlease Enable Javascript To See All Widget