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Ataque contra Temer é vingança de descontentes com impeachment de Dilma e órfãos da corrupção do PT, dizem analistas



O Brasil estaria mergulhado no caos econômico, milhares de empresas teriam falido e os índices de desemprego estariam nas alturas, caso a ex-presidente Dilma permanecesse no poder por mais alguns meses. Esta é a avaliação de 10 em cada dez analistas de mercado.

Atacar o governo Temer agora é fácil, mas quando a situação estava fugindo de controle, com a bolsa despencando e o dólar nas alturas, as forças políticas e meios de comunicação do país perceberam que não havia outro remédio. Era uma questão emergencial e o que estava em jogo era a estabilidade política e econômica do país. Como se não bastasse a tragédia da administração petista, a sociedade estava profundamente insatisfeita com Dilma por uma série de motivos bastante óbvios para todos, como o uso de recursos desviados da Petrobras em suas campanhas, segundo confissões de seus próprios marqueteiros e financiadores, as promessas de campanha viradas ao avesso após a posse, naquilo que ficou entendido como estelionato eleitoral até mesmo por setores da esquerda e a famigerada "contabilidade criativa".

Passados poucos meses deste cenário de tragédias anunciadas, setores do judiciário, dos meios de comunicação e grupos político fingem esquecer todo o drama vivido pelo país naqueles dias sombrios que antecederam o impeachment de Dilma. Mas o descontentamento daqueles que voltam suas artilharias contra Temer tem outros motivos bastante claros: o fim de muitas regalias e do acesso ao dinheiro fácil dos cofres públicos.

De fato, o controle rígido dos gastos da atual administração não deixa muita margem para agradar a todos. O fato é que a onda de ataques recentes contra o governo Temer tem como principal combustível a vingança de descontentes com impeachment de Dilma e órfãos da corrupção do PT, dizem analistas. O recrudescimento das mágoas com Temer se dá justamente no campo ideológico, onde jornalistas vendam os olhos para as conquistas nas áreas econômicas e sociais do último ano para reverberar os clichês da esquerda com a qual sempre simpatizaram. Grupos de comunicação inteiramente dominados por simpatizantes do socialismo, mas amantes do dinheiro do contribuinte, promovem campanhas completamente ensandecidas contra Temer.


Mas as ameaças ao cenário favorável dos indicadores econômicos desenhado milimetricamente pela atua administração não se limitam ao trabalho árduo dos descontentes no sentido de desestabilizar o governo.  As eleições de 2018 sugerem cenários distintos para a economia, na medida em que a disputa pela presidência vai se desenhando. Uma pesquisa realizada pela XP Investimentos com 168 investidores institucionais e mais 400 assessores de escritórios afiliados, trouxe os cenários a depender de quem sairá vencedor das eleições de 2018. A avaliação geral é a de que os líderes nas últimas pesquisas, Lula e Bolsonaro, são vistos como "ruins" para Bolsa e câmbio. Consequentemente, ruins para a economia de modo geral, como para o emprego, a inflação e os juros.

Os investidores veem um cenário positivo para a Bolsa e para o câmbio após o pleito, uma vez que consideram que candidatos mais pró-mercado devem ganhar o pleito. 42% dos investidores institucionais apontam que o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), deve ser o vencedor da eleição do ano que vem, enquanto 38% veem o também tucano governador paulista Geraldo Alckmin como o novo presidente brasileiro. Só 6% acreditam que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltará ao Planalto. Empatados com 3% das respostas, estão o deputado Jair Bolsonaro e a ex-senadora Marina Silva (Rede), enquanto o senador Alvaro Dias (Podemos) obteve 2% das respostas.
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