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Após derrota na Câmara, Janot pede ao STF a inclusão de Temer no inquérito do “quadrilhão” do PT



Logo após a notícia da derrota de sua denúncia na Câmara dos Deputados, o procurador-geral da República Rodrigo Janot ficou inconformado e resolveu criar mais constrangimentos para o governo imediatamente. Janot pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o presidente Michel Temer seja incluído no inquérito do “quadrilhão” contra membros do PMDB no âmbito da operação Lava Jato, por formação de quadrilha.

Além de Temer, o PGR pediu a inserção dos ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência) no mesmo inquérito.

Rodrigo Janot afirma que não se trata de uma nova investigação contra Temer, mas de uma readequação daquela já autorizada no que concerne ao crime de organização criminosa. O PGR pede ainda o prazo de 15 dias para analisar se é necessário eventuais medidas investigatórias.

Jano estava cozinhando o inquérito do quadrilhão há mais de dois anos. No inquérito original, estão entre os investigados o ex-presidente Lula, os ex-ministros Jaques Wagner, Antonio Palocci e Ricardo Berzoini. O inquérito foi originalmente aberto com base nas delações do doleiro Alberto Youssef e do ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto Costa. Janot poupou Dilma neste inquérito, apesar do envolvimento da petista nos desvios da Petrobras, conforme relato de executivos e empreiteiros presos na Lava Jato.

O pedido ainda será analisado pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF, que analisará se o pedido de Janot realmente procede. Conhecido como "ursão" de Dilma, a possibilidade de Fachin concordar com o pedido é alta. 
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