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STF patrocina a impunidade de corruptos no Brasil. Marido de Gleisi Hoffmann que roubou aposentados ainda está solto



Em 18 de fevereiro de 2011, Georgina Gonçalves entrou em um supermercado na cidade mineira de Varginha e colocou na bolsa cinco frascos de chiclete de menta a dois desodorantes com aroma para adolescentes. A conta daria R$ 42, mas ela saiu sem pagar. Logo que deixou o estabelecimento, foi abordada pelos seguranças, que chamaram a polícia. Os produtos foram devolvidos às prateleiras e Georgina foi presa em flagrante.

Em fevereiro de 2017, os ministro do Supremo  Tribunal Federal (STF) Edson Fachin e Ricardo Lewandowski, negaram o pedido de liberdade de Georgina Gonçalves, hoje com 39 anos. Fachin é aquele que tirou cinco processos contra o ex-presidente Lula das mãos do juiz Sérgio Moro em uma semana e Lewandowski é aquele que decidiu fatiar o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff para não cassar os direitos políticos da petista.

Ao julgar o recurso do habeas corpus de Georgina Gonçalves, Fachin e Lewandowski se recusaram a arquivar o caso. Segundo Fachin, "A conduta em si mesma, delito tentado de pequeno valor, se reveste de insignificância, mas o contexto revela que a acusada, no caso, é pessoa que está habituada ao crime”, afirmou o relator da Lava Jato no STF, votando pelo indeferimento do HC.

Enquanto isso, o ex-ministro do Planejamento e marido da Senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), Paulo Bernardo (PT-PR), responsável por um esquema criminoso de desvio de dinheiro de aposentados e pensionistas continua solto. O esquema criminoso do ex-ministro de Lula e Dilma foi descoberto a partir da delação Alexandre Romano, conhecido como Chambinho, que foi vereador pelo PT em Americana (SP). Gleisi Hoffmann também é ré no STF por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Paulo Bernardo chegou a ser preso durante a Operação Custo Brasil. Na época, o procurador da República, Andrey Borges de Mendonça falou sobre o esquema criminoso do PT durante a coletiva de imprensa do Ministério Público Federal:

"R$ 100 milhões de reais foram desviados de funcionários públicos e de aposentados endividados que se privaram de medicamentos e de suas necessidades básicas para abastecer os cofres de corruptos (do Partido dos Trabalhadores)" esclareceu o procurador.

Não se pode admitir que isso passe a ser "O Custo Brasil", não se pode admitir que isso seja natural no custo Brasil. Isso tem que nos causar indignação, isso não pode ser algo natural na nossa sociedade. Infelizmente se verifica com esta operação que a corrupção não é um privilégio da Petrobras. Ela está espalhada como um câncer em diversas entidades e instituições de nossa sociedade. O que mostrou hoje foi isso, que no Ministério do Planejamento também. No coração do governo (Dilma).

Uma semana depois, o ex-ministro Paulo Bernardo, acusado de ficar com R$ 7 milhões do dinheiro que roubou dos aposentados e ter repassado o restante para o PT, foi solto pelo ministro do STF, Dias Toffoli, ex-advogado do PT. Reveja abaixo a declaração do procurador da República, Andrey Borges de Mendonça.


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