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Se Lula vivia dizendo que não tinha nada, por que entrou na Justiça para reaver os imóveis e os milhões na conta?



O ex-presidente Lula vivia se gabando de ser pobre, que os imóveis que ocupava eram de seus amigos e desafiava a justiça a provar que ele tinha alguma conta com R$ 0,10 centavos que fosse de dinheiro recebido de empresários.

Ao ser sentenciado pelo juiz Sérgio Moro como culpado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, o magistrado recomendou pena de prisão de 9 anos e 6 meses e ainda determinou o bloqueio de seis imóveis, dois veículos e contas em nome do ex-presidente nas quais foram confiscados R$ 9.6 milhões.

No mesmo dia, Lula, através de sua defesa, pediu ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) a suspensão imediata do sequestro e o arresto de bens e valores do petista

“Pedimos a concessão de medida liminar para suspender, de imediato, os efeitos da decisão de primeiro grau para que haja a restituição da disponibilidade dos bens e valores de Lula e, ao final, para que seja reconhecida definitivamente a ilegalidade da decisão impugnada, com a consequente declaração da sua nulidade”, diz trecho de comunicado assinado pelos advogados Cristiano Zanin Martins e Valeska Teixeira Martins.

Se Lula sempre disse que não tinha nada, por qual motivo entrou com um mandado de segurança na Justiça para liberar os bens e o dinheiro que sempre disse que não era dele?

Na despacho em que decretou o bloqueio de bens de Lula, Moro afirmou que a medida é necessária para reparação de danos à Petrobras.

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