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Raquel Dodge dá dura em Janot e questiona corte milionário de repasses para a Lava Jato



Nem bem assumiu o cargo de Procuradoria-Geral da República, subprocuradora-geral Raquel Dodge já deu uma pequena amostra de conduzirá a PGR dando forte ênfase aos trabalhos da Lava Jato. Como membro do Conselho Superior do Ministério Público Federal, que votará no dia 25 a proposta orçamentária para 2018 elaborada pela gestão Janot, Raquel Dodge deu uma dura no atual chefe da PGR.

Em  em ofício com 40 questões sobre a proposta orçamentária para o ano que vem, Raquel Dodge pedido de esclarecimentos a Janot sobre os motivos de cortes de repasses em recursos para a Lava Jato para o ano que vem: "Consta [da proposta orçamentária] que a força-tarefa da Lava Jato sediada em Curitiba/PR solicitou R$ 1,65 milhão. Foi apresentada a proposta de somente R$ 522,7 mil. Qual a razão dessa redução para a força-tarefa da Lava Jato?", questionou Dodge.

Apontado dentro do próprio MPF como sabotador da Lava Jato, Janot terá que se explicar sobre os motivos de o orçamento de 2018 prever menos recursos para a força-tarefa da Lava Jato em Curitiba.

Raquel Dodge questiona ainda outras irregularidades orçamentárias previstas por Janot para o ano de 2018. Os números indicam que haverá deficit no órgão. Para o ano que vem, há deficit previsto de R$ 54,1 milhões. Para este ano, expectativa de deficit de R$ 218,7 milhões. "Qual será o valor do excesso de despesa primária [somente] do MPF em 2018? Favor discriminar por ações e planos internos", solicita Dodge a Janot.

Pelo visto, Janot terá que esclarecer uma série de fatos estranhos antes de deixar o cargo de fininho. 
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