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Quem mete o pé na porta do corrupto é a PF, a verdadeira Lava Jato. Procuradores choram fim do glamour da força-tarefa

 


A Lava Jato se livrou daquilo que acabou se tornando seu maior empecilho nos últimos meses: a força-tarefa dos procuradores da República no Ministério Público Federal. Na prática, a Lava Jato cortou o braço do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que vinha fazendo uso político do trabalho da PF e minando os esforços dos agentes federais no combate aos crimes de corrupção. Janot livrou os criminosos da JBS das garras da Polícia Federal e concedeu imunidade total aos executivos do Grupo criminoso, incluindo os irmãos Batista.

Todos estavam prestes s ir parar atrás das grades quando Janot, sorrateiramente, fechou um vergonhoso acordo de delação na calada da noite, em tempo recorde, com o criminoso confesso Joesley Batista. O núcleo de inteligência da Polícia Federal desconfia que membros do MPF estavam repassando informações a Jnaot sobre o andamento das investigações e a deflagração da sexta operação contra a JBS que tinha como alvo justamente os irmãos Batista.

Não é nenhum segredo que alguns procuradores que faziam parte da força-tarefa excluída pela Polícia Federal da Lava Jato faziam uso político das investigações. Um dos mais atuantes era o o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, que passava a maior parte de seu tempo atacando o governo em seu perfil no Facebook. O procurador propagava fofoquinhas e tentava ligar a falta de recursos para passaportes a cortes no orçamento do núcleo da Lava Jato, mesmo após ter sido desmentido pelo superintendente da instituição. Santo Lima também insiste em defender a denúncia de Janot contra Temer. "Se não há provas, então o que tem focinho de porco, orelha de porco, rabo de porco e cheira como um porco, deve ser apenas uma tomada", escreveu o procurador no Facebook.


Os procuradores da República do MPF do Paraná ficam agora sem o glamour de fazer parte da maior investigação sobre crimes de corrupção do Brasil e alvo de respeito e admiração de todos os brasileiros. Para evitar os vazamentos constantes e o uso político e até mesmo para a promoção pessoal por parte dos procuradores, a PF decidiu excluir a força-tarefa do MPF na Lava Jato. Afinal, quem chuta a porta do corrupto são os homens da Polícia Federal, que usam inclusive máscaras para evitar a promoção pessoal dos agentes e assegurar o sigilo das operações.  O juiz federal Sérgio Moro continuará a ser o responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância em Curitiba.

Alguns procuradores, que viviam posando de heróis nas páginas do Facebook, agora choram pelo fim do glamour de não pertencerem mais a força-tarefa da Lava Jato. A partir de agora, cada um em seu quadrado. A PF investiga, com a segurança da manutenção do sigilo das investigações, faz diligências, cumpre mandatos, prende e deixa o resto do serviço burocrático para os procuradores. Simples assim.

Desesperado com o fim do "glamour" de fazer parte da investigação que é orgulho dos brasileiros, o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima postou em seu Facebook que espera que a Polícia Federal reveja a decisão de desligar a força-tarefa do MPF da Lava Jato.

A sociedade não tem dúvidas de que a Lava Jato foi usada pelo chefe do MPF para blindar os criminosos da JBS. O povo segue confiante no trabalho da Polícia Federal, agora livre da intervenção política que vinha acabando com a credibilidade da Operação. 
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