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Quem empurra pode cair. Se Temer resistir até 2018, vai ficar feio para muita gente. Foram muitos Golias para pouco Davi



A Rede Globo e os representantes da esquerda brasileira tem revelado ao longo dos últimos meses que têm mais coisas em comum do que se poderia imaginar. A começar pela sanha golpista para derrubar o governo Temer. O poderoso Grupo de Comunicação e seus satélites disponibilizaram todo seu aparato para setores da esquerda e do judiciário para a arrojada manobra que teve como propósito de derrubar um presidente prematuramente, antes mesmo da conclusão dos trâmites legais previstos em lei e da conclusão de provas legais, sob o ponto de vista jurídico.

Se ante a Globo procurava agir de modo sutil para tentar influenciar a sociedade quanto ao que mais lhe interessava no cenário político nacional, nos últimos meses o Grupo se despiu de todo seu pudor jornalístico e forçou seus empregados à uma jornada insólita para pedir a cabeça de Temer. É fato que a direção da emissora nunca tolerou que seus profissionais desenvolvessem algum tipo de "personalidade", opinião ou laços com o poder. O problema desta campanha para derrubar Temer é que a situação ficou muito escancarada, na qual os jornalistas da emissora se viram forçados a jogar suas "reputações" de fachada na lata do lixo para cumpri as ordens dos patrões.

Ninguém sabe ao certo que que está em jogo e o que levou a emissora a arriscar todas suas fichas nesta campanha suicida, mas é perfeitamente possível concluir que se trata de algo bem grande. A direção da emissora sabe muito bem que destruiu boa parte da reputação da empresa junto a formadores de opiniões sérios e determinados. Eles não arriscariam abrir mão da credibilidade e da imagem pública da empresa, não fosse uma situação de caráter extremamente emergencial. O Brasil inteiro viu o empenho da Globo em derrubar Temer. Tanto aqueles que estavam torcendo por isso quanto aqueles que torceram o nariz diante de tanta sujeira envolvendo até mesmo os criminosos do Grupo JBS, tradicional parceiro da emissora.

A aposta foi deveras muito alta e certamente foi fruto de um grande erro de avaliação. No entender dos executivos da Globo, Temer era um fracote, sem personalidade e cairia com um espirro, tendo em vista seus baixíssimos índices de aprovação popular. Todos imaginaram que plantando uma notícia falsa de que o presidente foi flagrado em uma gravação feita por Joesley Batista falando claramente em propina de R$ 500 mil para comprar o silêncio de Eduardo Cunha e negociando favores em órgãos públicos seria suficiente para destruir a base aliada do governo, levar milhões de pessoas para as ruas e derrubar Temer em poucas horas.

Definitivamente não foi isso que aconteceu. Para o desespero da Globo, Temer não renunciou, negou o o teor da conversa descrito no Plantão do Jornal Nacional e demonstrou disposição de resistir a tentativa de golpe até as últimas consequências. Em outras palavras, o presidente ficou "puto dentro das calças".

É claro que a direção da Globo entrou em pânico não apenas com a surpreendente reação de Temer, mas também com a fidelidade da base aliada e com a apatia da população diante da manobra pra lá de suspeita da emissora. Ao final da semana, Temer não caiu, manteve seu ministério praticamente intacto e o povo não foi para as ruas pedir a queda do presidente, exceto os vândalos que tentaram incendiar a Esplanada dos Ministérios levados de ônibus pelo PT e os artistas da Globo.

O vexame só não foi maior devido ao apoio dos simpatizantes da esquerda nas redes sociais e blogs de aluguel. O fato é que a poderosa Globo não conseguiu derrubar um presidente transitório que tecnicamente não foi eleito para o cargo e que tinha apenas 7% de aprovação popular.

É claro que o maior grupo de comunicação do país não se contentaria com a humilhante derrota e a Globo teve que mover seus pauzinhos nos bastidores enquanto o procurador-geral da República lançava mão de suas flechinhas de bambu para tentar fazer Temer sangrar enquanto o país agoniza diante da ameaça da crise econômica.

Apesar da humilhação até o momento, a Globo e seus empregados continuam na cruzada para derrubar o governo. Embora todos já tenham desistido de contar com o apoio da sociedade, o jogo sujo nos bastidores ganhou corpo e a coisa vai ficando cada vez mais feia, após cada nova derrota. Se Temer conseguir resistir ao maior ataque midiático da história do país e conseguir sobreviver nos próximos meses, a situação para a Rede Globo e todos aqueles que apostaram suas vidas no golpe vai ficar mais feia ainda. É aquela velha história: quem empurra também pode cair.

Mais adiante, se Temer conseguir concluir seu mandato e conduzir o país até as eleições de 2018, nada será como antes para muitos Golias que subestimaram o pequeno Davi. Somente uma condenação de Temer poderá dar a esta gente algum alento no futuro.
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