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Perseguição implacável da Globo contra governo revela mau caratismo explícito em sabotar democracia do Brasil



Após o fracasso da manobra ardilosa para derrubar o governo Temer divulgando informações falsas sobre a transcrição da gravação feita pelo criminoso confesso Joesley Batista, a sanha da Globo e de seus empregados não arrefeceu.

A emissora mantém uma covarde linha editorial na qual tenta sistematicamente desmerecer os acertos do governo e realçar reveses usando o nome de Temer sempre de forma negativa. No lugar de comemorar os números positivos da economia, os jornalistas noticiam os fatos alvissareiros com cara de velório e sempre procuram acrescentar algum aspecto negativo aos números.

Há poucos dias, ao noticiar o decreto assinado pelo presidente Michel Temer que consolida a Desburocratização e Modernização do Estado, os apresentadores do Jornal Nacional informaram que o decreto foi assinado, mas não informaram por quem.

O programa passou a garantir ao cidadão brasileiro o mesmo respeito de que cidadãos de países como Estados Unidos e Inglaterra recebem do Estado há décadas. Entre os avanços, o governo agora dispensa o reconhecimento de firma e a autenticação de cópia de documentos expedidos no País junto a órgãos do Poder Executivo federal. O que passa a valer agora é a palavra do cidadão, que não tem mais que provar que ele é quem está dizendo que é. Caberá ao servidor público cumprir com seu dever e fazer a conferência da cópia do documento com o original.

A Globo informou que "o decreto foi assinado" enumerou uma série de vantagens e benefícios para o cidadão, que passa a ser tratado com mais dignidade nas repartições públicas, ao participar de concursos, se inscrever para o ENEM e outros programas do governo sem a necessidade de se submeter a uma série de trâmites burocráticos. Tudo isso sem mencionar o nome de Temer, que assinou o decreto, publicado nesta terça-feira (18) no Diário Oficial da União.

Ao comentar o projeto do governo o Programa de Desligamento Voluntário (PDV) de funcionários públicos federais que será apresentado pelo governo Temer nos próximos dias, os empregados da Globo tentaram de todas as formas extrair algum aspecto negativo sobre o programa. Mencionaram os reajustes dos salários dos servidores nos primeiros meses de interinidade de Temer há um ano, usaram a bola de cristal para afirmar que nenhum servidor irá aderir ao programa, que mesmo que aderirem, o governo fará novos concursos, tornando inócua a medida e sequer mencionaram a economia que uma medida como esta representa para os cofres públicos no futuro.

Os jornalistas da Globo torceram o nariz até mesmo para o Programa de saques de contas inativas do FGTS, que pagou até o dia 19 de julho o equivalente a 98,33% do total inicialmente disponível para saque (R$ 43,6 bilhões). O número de trabalhadores beneficiados com os recursos das contas do FGTS representa 83,73% das 30,2 milhões de pessoas. A injeção destes recursos no mercado permitiu a preservação de milhares postos de trabalho e permitiu que milhões de trabalhadores limpassem o nome na praça, o que significa que retornarão ao mercado de consumo daqui para frente.

A falta de capacidade de reconhecer os méritos do governo e as consequências positivas para o futuro do país só não é mais vergonhosa que a tentativa insistente em plantar o caos através de previsões mirabolantes.

Independente da crise econômica, há um consenso entre economistas sobre a necessidade de enxugar a máquina pública, inchada ainda mais durante os governos do PT. Os próprios jornalistas da Globo já defendiam esta iniciativa há mais de dez anos. No entanto, quando Temer dá o primeiro passo neste sentido, se torna alvo de críticas ferozes baseadas em meras especulações dos catastrofistas de plantão.

A ordem da Globo para seus empregados é a de mencionar o aumento recente no imposto dos combustíveis em todas as frases que pronunciarem. Mas todos devem omitir o fato que a gasolina e o diesel estão mais baratos que há um ano, quando Temer assumiu o governo. A Globo omite que foi responsável pela queda na arrecadação após o vazamento de notícias mentirosas que favoreceram especuladores do mercado financeiro, como os irmãos Batista, da JBS. A Globo se omite sobre a seriedade com que o governo conduz as contas públicas e a responsabilidade com os limites impostos pelo teto de gastos da União.

Mesmo tendo sido a maior responsável pela crise política no país, a Globo se finge de morta e lembra todos os dias que o governo liberou R$ 2,11 bilhões em emendas parlamentares nas primeiras três semanas de julho para comprar apoio na CCJ contra a admissibilidade da denúncia da PGR. Embora este seja um instrumento próprio do executivo, independente de quem seja o mandatário, a Globo omite que os recursos liberados para emendas parlamentares vão beneficiar municípios e irrigar a economia nas bases eleitorais dos parlamentares.

Quando fala-se de orçamento previsto pelo Poder Executivo, isso quer dizer que o processo é semelhante na Presidência da República, nos governos estaduais e nas prefeituras municipais, e estes orçamentos são aprovados pelos poderes legislativos correspondentes para cada um deles (Congresso Federal, Congressos Estaduais e Câmaras de Vereadores).

Depois que estes orçamentos são definidos é o momento de realizar as emendas parlamentares, que representam a ocasião na qual os representantes do Poder Legislativo tentam “reservar” uma parcela daquele orçamento para a sua área de atuação.

Por exemplo: um deputado federal eleito em Minas Gerais, com a maioria dos eleitores na zona metropolitana de Belo Horizonte, pode tentar reservar uma cota do total do orçamento disponível para a construção de postos de saúde para a sua zona eleitoral. É, ao mesmo tempo, parte das melhorias feitas pelos parlamentares e uma espécie de favorecimento da zona que elegeu cada parlamentar.

A recuperação da economia tem sido outro tema deliberadamente negligenciado pelo Grupo de Comunicação, que há poucos dias foi alvo de denúncias gravíssimas por parte da rival Rede Record, mas até o momento não respondeu as acusações de crimes fiscais e financeiros. Em vez de rebater as denúncias da Record, a Globo se concentra em falar sobre os cafés da manhã, almoços e jantares de Temer, sempre fazendo insinuações maldosas e piadinhas sobre meros encontros políticos. Não se sabe ao certo os reais motivos da Globo estar tão desesperada para desestabilizar e derrubar o governo Temer. Não se conhece as razões pelas quais o Grupo apostou todas suas fichas na interferência violenta e desonesta no processo democrático do país.

Apesar de tantas dúvidas, já é perfeitamente possível afirmar que o mal caratismo da empresa e de seus empregados nestes tristes episódios marcará para sempre a imagem da empresa. Ainda que a dramaturgia da emissora mereça algum respeito, que a equipe técnica seja uma das melhores do mundo, o jornalismo da Globo perdeu toda a credibilidade nos últimos meses, bem como os profissionais que se sujeitaram a este baixo nível de jornalismo.
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