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O Velório do PT. Lula morreu politicamente mas se recusa a ser enterrado. Odor da carniça só piora daqui pra frente



O defunto político Luis Inácio Lula da Silva convocou os moribundos do PT para sua primeira entrevista coletiva após ser condenado pela Lava Jato. Morto politicamente, o petista se recusa a ser enterrado e afirmou que a condenação por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro aumentou sua disposição para se lançar candidato às eleições presidenciais de 2018.

"Se alguém pensa que com essa sentença me tiraram do jogo, pode saber que eu tô no jogo", afirmou o petista durante seu próprio velório.

"E quero dizer ao meu partido que até agora não tinha reivindicado, mas vou reivindicar, de me colocar como postulante à Presidência da República em 2018," ameaçou o petista, que já começa a exalar o desagradável cheiro de um condenado pela Justiça Federal.

Poucos se arriscaram a acompanhar o féretro político. Para quem se diz o maior líder político do país, as manifestações em favor do petista foram deveras tímidas. Apenas zumbis dos movimentos sindicais e militantes remunerados se dispuseram a figurar como carpideiras do lado de fora do Diretório Nacional do PT, no centro de São Paulo.

"Quem acha que é o fim do Lula vai quebrar a cara. Quem tem o direito de decretar o meu fim é o povo brasileiro", prosseguiu o petista, fingindo ignorar que é um dos mais repudiados pela população do país, com índices de rejeição superiores a 70%.

"Nós vamos lançar Lula imediatamente candidato à Presidência", discursou o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), em frente ao prédio do diretório, ao lado de Gleisi Hoffmann, presidente da legenda, e Luiz Marinho, presidente estadual. O desespero dos petistas com a morte política de Lula é perfeitamente compreensível. Sem o petista e sem o dinheiro roubado da Petrobras, nenhum deles teria conseguido se eleger.

A senadora Gleisi Hoffmann voltou a fazer suas ameaças inócuas, que nunca resultam em nada e não intimidam nem uma criança. A senadora que tentou inutilmente obstruir a votação da reforma trabalhista disse que quem quiser impedir a candidatura do ex-presidente "vai responder pela instabilidade política no país": "Não vamos admitir uma eleição sem Lula".

Apesar do cheiro insuportável naquela sala, todos os presentes estão cansados de saber que o odor da carniça da corrupção vai aumentar ainda mais nos próximos meses. Poucos brasileiros terão estômago para suportar tanta podridão.
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