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O Brasil não é um país sério ou respeitado pelos próprios brasileiros graças a seus líderes, fanfarrões indignos



Há situações em que quando o dinheiro entra, a dignidade pula pela janela. Foi com esta convicção que Lula e o PT conduziram o Brasil ao longo de quase uma década e meia. Parece pouco tempo, levando em conta a trajetória de uma sociedade. Mas foi mais do que suficiente para destruir valores morais e éticos de toda uma classe política e empresarial.

O prevalecimento da cultura da corrupção foi mais nefasto para o país do que se pode supor. Gerações inteiras entraram para a política e o mundo dos negócios sob a égide de um governo corrupto comandado por uma organização criminosa. Seus métodos foram absorvidos pelo mercado, pelos meios de comunicação, pelas empresas e instituições financeiras, que permitiram que a ética e a honestidade fossem banidas, contando que pudessem faturar em poucos anos o que levariam décadas para conseguir.

A era petista patrocinou o surgimento e o agigantamento de verdadeiros impérios econômicos que se locupletaram da orgia com o dinheiro público. Além de se beneficiarem do suor do contribuinte, as empresas incorporaram a cultura da corrupção, da enganação, da propaganda mentirosa, das pegadinhas nos contratos conhecidas como SC (se colar). Bancos, planos de saúde, serviços como telefonia, TV por assinatura, comércio e indústria se valeram de técnicas imorais para arrancar mais alguns centavos do bolso do trabalhador. A redução de quantidade de produtos nas embalagens, a diferença entre preços na gondola dos supermercados e no caixa, as taxas abusivas e inventadas cobradas por bancos, operadoras de cartões de crédito, empresas de energia, água, telefonia e outras prestadoras de serviços são apenas alguns exemplos de como a corrupção, a roubalheira e a ganância prosperaram na era petista.

Nesta década perdida, as quadrilhas já não se contentavam mais em assaltar apenas o cidadão e passaram a explodir caixas eletrônicos. Não se contentavam mais em roubar cargas e passaram a roubar diretamente das fábricas. Ampliaram o leque de produtos falsificados, deixando as tradicionais bebidas alcoólicas em segundo plano e passaram a falsificar remédios, leite e até insumos agrícolas.

Os valores morais de toda uma geração foram corrompidos por décadas no Brasil e hoje restaram poucas pessoas capazes de discernir o certo do errado com exatidão. Mesmo os ministros do Supremo Tribunal Federal, juízes de todas as instâncias, jornalistas e formadores de opinião relativizaram valores como a honestidade, a moral e a ética. Talvez por este motivo, a figura do juiz Sérgio Moro tenha alcançado tanta relevância neste cenário de desolação moral que o país se tornou nos últimos anos.

Lula e o PT levaram a pior geração de políticos para Brasília e para todos os estados do Brasil. Inseriram a pior geração de servidores públicos nas universidades, em setores do judiciário, nas estatais, nos hospitais, escolas e onde mais fosse possível promover o aparelhamento da máquina pública. A inversão de valores foi tão eficiente, que milhares de pessoas sequer se dão conta do quão cínicas se tornaram e ainda defendem os bandidos.

De fato, Lula e o PT conseguiram provar como é possível pegar um país que já não era lá grande exemplo para o mundo, com uma classe política de valores questionáveis, empresários gananciosos e uma sociedade de valores dúbios, tornando tudo muito pior e mais degradante.
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