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Num dos momentos que o Brasil mais precisa de otimismo e patriotismo, os inimigos do país insistem em promover o caos



Há pouco mais de um ano, o presidente Michel Temer assumiu o governo em meio a maior recessão da história do país, com 14 milhões de desempregados, 1.5 milhões de empresas falidas e forçado a uma alteração da meta fiscal para permitir que sua administração enfrentasse um rombo de até R$ 170,5 bilhões nas contas do governo central (que inclui Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social) o equivalente a 2,75% do Produto Interno Bruto (PIB).

Além do déficit de R$ 96,7 bilhões previsto anteriormente pela equipe econômica do governo Dilma, havia a previsão dos bilhões da CPMF que não se confirmaram, a retração do PIB era de 3,1%. e saltou passou para 3,8%, a queda na arrecadação em mais de R$ 4 bilhões, as despesas projetadas pela contabilidade criativa que eram dez vezes maiores no mundo real, o rombo nas contas da Previdência Social, a dívida dos Estados e outras bombas que foram explodindo no colo de Temer com o passar dos meses. Antes de ser banida do governo, Dilma deixou um rastro de destruição sem precedentes na história do país com a renúncia fiscal de mais de R$ 500 bilhões em favor de empresas que não geraram nenhum emprego. Temer assumiu em meio a uma sequência devastadora de oito trimestres seguidos de recessão, limite a partir do qual o vocabulário econômico começa a utilizar a palavra “depressão”. As perdas econômicas dificilmente serão superadas, pois se trata de “prejuízo bruto”, ou a perda pura, simples e direta de riqueza e renda.

Nenhum presidente da história do país assumiu o comando do governo diante de uma situação tão caótica.Temer assumiu a Presidência num momento em que todas as lideranças políticas do país cruzaram aos braços e não moveram uma palha para ocupar seu lugar. Apesar das propostas vazias e sugestões improváveis, o fato é que ninguém àquela altura dos fatos queria segurar a batata quente.

Mas apesar das dificuldades em debelar estes desafios, todos de longuíssimo prazo e virtualmente intransponíveis, estes não eram os maiores inimigos do Brasil. Na medida em que reconduzia a economia do país aos trilhos, Temer passou a enfrentar inimigos ainda mais covardes. Grupos que sempre se beneficiaram das mazelas econômicas das administrações anteriores passaram a conspirar contra o país de forma ardilosa, sem se importar com as consequências nefastas para a sociedade.

O inimigos do Brasil perpetraram uma sequência vergonhosa de golpes contra o governo justamente no momento em que os indicadores econômicos começavam a apontar para uma recuperação lenta, mas sólida. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, se alinhou aos interesses espúrios da Rede Globo e dos criminosos da JBS para tentar derrubar o governo. Ainda que a trama tivesse qualquer chance de prosperar, a Globo e seus satélites não se contentaram em deixar que o desfecho ficasse a cargo da Justiça e do Congresso, passando a exigir a renúncia imediata de Temer, numa das mais vergonhosas interferências no processo democrático do país de que se tem notícia.

Apesar do golpe ter fracassado, um fato que só ocorreu em virtude da fragilidade das denúncias sob o ponto de vista jurídico e político, a Globo e seus satélites continuam empenhados em destruir a economia do país, atribuindo toda a responsabilidade sobre a crise econômica ao governo Temer, quando na verdade, os reflexos das barbaridades cometidas por Dilma e o PT ainda terão consequências negativas para os dois próximos presidentes da República.

O empenho do governo em superar a negligência de todos seus antecessores e de promover reformas importantes para o país, que terão reflexos positivos ao longo das próximas décadas, é a maior prova de que há mais boas intenções do que muitos querem fazer parecer. Nenhum presidente da história do Brasil avançou tanto em tão pouco tempo sobre temas áridos como as reformas implantadas pelo governo ao longo do último ano. Nenhum presidente teve a coragem, a determinação e a competência de Temer para aprovar medidas impopulares como a reforma trabalhista, a reforma do ensino, a limitação do teto dos gastos públicos e outras conquistas duradouras e reconhecidas como cruciais para o país.

A tentativa de destruir completamente qualquer chance de recuperação do país foi incorporada ao cotidiano da Globo e de seus satélites. As campanhas de difamação, mentiras, intrigas, fofocas, pregação do caos e previsões catastróficas começam logo nas primeiras horas do dia e se estendem ao longo de toda a programação. A vibração negativa contra o país e a falta de rigor em reconhecer os avanços da atual administração comprova a falta de patriotismo e de compromisso com a recuperação da economia e do emprego. Se tornaram profetas do caos que, a exemplo do PT e companhia, alimentam a expectativa do quanto pior, melhor.

Ninguém menciona a necessidade de rigidez no equilíbrio das contas públicas e no cumprimento das metas fiscais até setembro, quando o governo realizará leilões importantíssimos para o país e que podem proporcionar um grande alívio nas contas públicas e na economia do país como um todo. O governo precisa fazer cortes agora e demonstrar seriedade na condução da política econômica. Este é um requisito básico para atrair investimentos estrangeiros em áreas importantes da infraestrutura do país. Não há como gerar empregos contemplando o capital especulativo defendido pela Globo, como querem os rentistas ressentidos com a queda dos juros, da inflação e da cotação do dólar.

Os inimigos do Brasil se aproveitam do fato do país atravessar um dos momentos mais difíceis de sua história para tornar o governo vulnerável e atrasar ainda mais a recuperação da economia. Após treze anos nas mãos de uma organização criminosa, este é um momento em que todos os brasileiros devem torcer para que o país consiga chegar nas eleições de 2018 de forma menos traumática possível. Somente com a economia estável, sem sobressaltos e sem o terror pregado pela esquerda corrupta, pela Rede Globo e seus satélites, o eleitor poderá escolher o novo presidente da República livre da má influência dessa gente que se acostumou a se servir dos cofres públicos sem qualquer cerimônia.

Temer não é populista, não tem planos de poder, de se reeleger. Talvez por estes motivos, não tenha receio de contrariar interesses poderosos, como os dos meios de comunicação, dos artistas, dos sindicalistas. Se cometeu realmente os crimes que tem sido acusado, 2018 está logo ali e poderá ser julgado quando deixar a presidência. Será até bom que provem que cometeu crimes e que seja condenado. Caso isso não ocorra, os inimigos do país ficarão anda mais expostos na história.
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