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Não adiantou tentar incendiar Brasília. Temer não caiu e o imposto sindical acabou. Chora pelegada da CUT e do PT



A habilidade com que o governo Temer conduziu as negociações para a aprovação da reforma trabalhista surpreendeu o meio sindical e revelou o esfacelamento da esquerda brasileira no Congresso. Ao impor o fim do imposto sindical obrigatório, o governo acaba com a renda fácil de 300 mil pessoas ligadas aos 17 mil sindicatos do Brasil.

O projeto que reformula a CLT prevê a extinção imediata do tributo, que corresponde a um dia de trabalho, descontado de todos os trabalhadores a favor dos sindicatos das respectivas categorias, independentemente de filiação sindical. Na prática, o imposto já não será cobrado a partir de primeiro de janeiro 2018. Um dia de remuneração de cada trabalhador parece pouco, mas são 45 milhões de trabalhadores sustentando 300 mil militantes de partidos políticos que nunca precisaram bater um cartão de ponto. A vida boa para essa turma acaba em breve.

A maior prejudicada com o fim do imposto sindical sancionado por Temer é a CUT, que representa 46,6% dos trabalhadores associados a sindicatos filiados a centrais sindicais. Contando todos os sindicatos filiados, de fato, a CUT, a representação da central é a seguinte: as 3.438 entidade filiadas têm um total de 7.464.846 sócios e representam uma base é de 22.034.145 trabalhadores. Metade da força de trabalho formal do Brasil dedicava um dia de sua jornada para manter os privilégios da elite sindical do país que atuava descaradamente como braço político do PT. Na época do impeachment da ex-presidente Dilma, o presidente da entidade, Vagner Freitas, chegou a conclamar seus seguidores para a luta armada contra manifestantes para defender o mandato da petista.

 O ex-presidente Lula parte do grupo fundador da CUT em 1983 e Marina Silva participou da fundação da CUT no Acre. Ao lado de outros políticos que tiveram origem no berço sindical, todos fizeram campanhas violentas contra a Constituição Cidadã de 1988.

O último grande ato da CUT ocorreu no dia 24 de mai deste ano, quando grupos de vândalos atearam fogo em prédios da Esplanada dos Ministérios em Brasília e tentaram invadir o Palácio do Planalto para derrubar o presidente Temer.


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