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Lula desafiou a Lava Jato a provar que ele tinha conta escondida. Sérgio Moro provou e acabou com cinismo do petista



Além de alegar que não era dono, no papel, do triplex do Guarujá e do sítio em Atibaia, o ex-presidente Lula já desafiou os membros da força-tarefa da Lava Jato várias vezes a provar que ele tinha uma conta escondida. A Polícia Federal não apenas provou, como o juiz Sérgio Moro mandou confiscar cerca de R$ 9.6 milhões em contas e aplicações do petista. Moro provou que Lula estava mentindo.

Resta saber se a origem desse dinheiro apreendido foi a Friboi, a Odebrecht ou outra empresa amiga dos governos petistas. O criminoso confesso Joesley Batista confirmou que mantinha duas contas na Suíça onde depositava propinas para Lula e Dilma.

Em sua delação, o açougueiro confirmou que contou chegou a depositar US$ 150 milhões como crédito da propina paga via Guido Mantega, para ter acesso a recursos do BNDES.

Joesley disse que os dinheiro que estava contas no banco Julius Baer foram repassados para o PT no Brasil em dinheiro vivo no ano de 2014, justamente quando Lula aplicou de uma vez os R$ 9 milhões na BrasilPrev.

Mas os R$ 9 milhões de Lula também podem ter vindo da Odebrecht. Segundo a Veja, a conta corrente de Lula no departamento de operações estruturadas da empreiteira era "um dos segredos mais bem guardados da delação premiada dos executivos da Odebrecht, cujos depoimentos deverão ser tornados públicos nos próximos dias, está prestes a ser revelado em detalhes: o ex-presidente Lula era o dono de uma parte da milionária conta corrente que o PT mantinha junto à empreiteira".

Lula foi desmascarado pela Lava Jato e não há mais como manter o cinismo de suas alegações. Na matéria da Veja, fica claro o grau de comprometimento do petista na investigação: "Nos depoimentos prestados à Procuradoria-Geral da República como parte do acordo que resultou na chamada “delação do fim do mundo”, não só Marcelo Odebrecht como outros dirigentes da empreiteira confirmaram que Lula é o misterioso personagem por trás do codinome “Amigo”, que em julho de 2012 tinha um crédito de 23 milhões de reais registrado no Departamento de Operações Estruturadas, como era chamada o setor de propinas da companhia".


Todos estes fatos vieram a tona graças ao fato da Polícia Federal ter chegado a Maria Lúcia Guimarães Tavares, a datilografa e distribuidora de "acarajés" do setor de propina da Odebrecht. A secretária é a testemunha bomba da Operação Xepa, 26.ª fase da Lava Jato, que culminou com a decisão do alto escalão da Odebrecht de fazer delação premiada e reconhecer que o "amigo" titular de uma conta corrente de propina que consta nas planilhas apreendidas PF é mesmo o ex-presidente Lula. Os saques desta conta somaram R$ 23  milhões nos últimos anos e parte do dinheiro foi usado para comprar uma cobertura em São Bernardo do Campo, no mesmo andar onde o petista tem um apartamento. Lula usou como laranja um primo de seu amigo José Carlos Bumlai. A outra parte do dinheiro teria sido usada para comprar um terreno onde seria erguida a nova sede do Instituto Lula. Segundo o empresário Marcelo Odebreht, os R$ 12 milhões referentes ao pagamento do terreno foram devolvidos para a conta de Lula, após o cancelamento da transação.

As contas não batem. Somente da Friboi, Lula teria créditos na ordem de R$ 240 milhões. Os R$ 9.6 milhões confiscados por Moro já serviram para comprovar que Lula guardava milhões que recebeu nos esquemas de corrupção em que é investigado. 
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