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Lula culpou a mulher morta por pura esperteza e pode se safar do processo do triplex, segundo fontes próximas a Moro



Quando acolheu a primeira denúncia contra o ex-presidente Lula no âmbito da Operação Lava Janto, relativa ao processo do triplex no Guarujá, o juiz federal Sergio Moro fez a seguinte observação em seu despacho:

“Há razoáveis indícios de que o imóvel em questão teria sido destinado, ainda em 2009, pela OAS ao ex-presidente e a sua esposa, sem a contraprestação correspondente, remanescendo, porém, a OAS como formal proprietária e ocultando a real titularidade”, assinalou Moro no documento divulgado no dia 20 de setembro do ano passado, quando Marisa Letícia gozava, aparentemente, de boas condições de saúde. “Quanto às reformas e benfeitorias, há indícios de que se destinariam ao ex-presidente e a sua esposa também sem a contraprestação correspondente,” observou Moro na ocasião. O magistrado não tinha como prever que Marisa Letícia, ré ao lado de Lula na ação penal, viria a falecer antes da conclusão do processo.

Como todos sabem, a ex-primeira dama Marisa Letícia veio a falecer no dia 03 de fevereiro de 2017, vítima de um  AVC (acidente vascular cerebral) hemorrágico.Poucos dias depois, em 15 de maio de 2017, o ex-presidente Lula foi interrogado pelo juiz Sérgio Moro sobre o caso. Na ocasião, Lula mencionou o nome de Marisa Letícia mais de 30 vezes e procurou atribuir toda a responsabilidade sobre a negociações envolvendo o imóvel a mulher já falecida.

Nos próximos dias, o juiz federal Sérgio Moro deve proferir a sentença do ex-presidente Lula nesta ação penal, na qual o petista á acusado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. "Segundo fontes próximas a Moro, para condenar o petista, o juiz teria de aplicar a teoria do domínio do fato, alegando que Lula tinha controle sobre tudo o que acontecia. Do contrário, as provas recaem sobre a ex-primeira-dama Marisa Letícia. Segundo o próprio Lula e sua defesa alegam, foi Marisa quem decidiu comprar uma cota da Bancoop no prédio do Guarujá e quem mais vezes esteve no imóvel" diz artigo publicado no Estadão.

Apesar de Lula ter adotado a estratégia de atribuir toda a culpa à mulher falecida com base no despacho em que o juiz Sérgio Moro acolheu a denúncia do MPF, está mais do que claro que Marisa Letícia não tinha nenhuma ascendência sobre o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro ou influência sobre os contratos da Petrobras. O próprio cúmplice de Lula, Léo Pinheiro, confirmou em depoimento ao juiz Moro que não apenas o triplex, mas também as reformas no imóvel e o transporte e armazenagem das tralhas do petista foram formas de repassar propina por contratos superfaturados com a Petrobras.
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