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Imprensa se esforça para derrubar Temer antes de Raquel Dodge assumir PGR e anular acordo com criminosos da JBS



A imprensa deve concentrar seus esforços para derrubar o presidente Michel Temer antes do dia 18 de setembro, data prevista para a posse da nova Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge. O receio geral é o de que a nova PGR cancele imediatamente o acordo de delação premiada do Grupo JBS.

Membros da base aliada do governo, como membros do próprio PMDB e PSDB, receosos com detalhes omitidos na delação dos irmãos Batista e com as eleições de 2018, também se voltam contra o governo, pois temem que o cancelamento da delação do Grupo JBS resulte na prisão dos irmãos Batista, que teriam que fazer uma nova rodada de delação para diminuir suas penas.

O presidente Michel Temer já deu início a uma série de represálias contra os irmãos Batista, como o cancelamento da linha de crédito do Grupo JBS na Caixa, o cancelamento de fornecimento de gás da Petrobras para uma termelétrica do Grupo e a elevação do teto das multas da Comissão de Valores Mobiliários. Ao que tudo indica, não vai ficar só nisso. A Globo também sabe que não terá cobertura do governo nos próximos meses, caso Temer se mantenha no cargo até janeiro de 2019. A emissora apostou todas suas fichas no golpe e agora não tem mais como voltar atrás. É tudo ou nada.

O desespero dos meios de comunicação para derrubar Temer tem o propósito claro de tentar salvar o famigerado acordo de delação e evitar que a m* vá parar no ventilador. Se Temer resistir a pressão dos meios de comunicação e de setores do Congresso, a situação para essa gente não vai ficar nada boa. O próprio Janot já sinalizou em entrevista que os métodos de trabalho da nova PGR são bem diferentes de tudo que ele fez até o momento.
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