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Imprensa rebola na boquinha da garrafa para tentar tirar mérito de Temer sobre números positivos da economia



O Brasil vive dias controversos diante da campanha mais agressiva da história para derrubar um presidente da República. O desespero da imprensa com os números positivos da economia no último mês chega a ser constrangedor. Enquanto por um lado, os meios de comunicação tentam colocar na conta de Temer aspectos negativos do governo, muitos dos quais completamente alheios a sua determinação, a mesma imprensa se esforça para diminuir o mérito do presidente na condução da política econômica, fiscal e de seu inegável talento em aprovar projetos importantes, e históricos, em um Congresso marcado por disputas políticas e desmoralizado.

A situação não beira o ridículo. Ultrapassa qualquer senso comum sobre o mérito de um parlamentar com décadas de experiência, que foi capaz de remover o PT do poder, após mais de 13 anos de aparelhamento da máquina administrativa, dos bancos públicos, das estatais e até mesmo de instituições como o STF. Temer tem se mantido firme em seu propósito de não aumentar impostos, apesar da resistência do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que sempre buscou o caminho mais fácil para sanear as contas públicas. Temer tem buscado caminhos alternativos para não sacrificar mais ainda o povo, como a reoneração de setores presentados pelo PT de Lula e Dilma com reduções generosas de tributos.

A teimosia de Temer em percorrer o caminho mais difícil para assegurar a recuperação duradoura da economia até irrita membros de sua equipe. Este mês, o Brasil registrou a primeira deflação em 11 anos. No acumulado de 12 meses, o índice ficou em 3%, depois de terminar o ano passado em 6,29% e em 10,67% no ano anterior. Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu 0,23% em junho. É o menor índice desde agosto de 1998 , segundo dados divulgados pelo IBGE esta semana. A redução da inflação é reconhecidamente o melhor instrumento de distribuição de riquezas. Os mais pobres são os maiores beneficiários, Já os especuladores, os rentistas e as famílias donas de grandes fortunas não gostam nada disso.

 De janeiro a maio de 2016, o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) havia registrado fechamento de 448.011 vagas. No mesmo período de 2017, foram criados 48.543 postos de trabalho com carteira assinada a mais. Não se trata de uma redução no número de demissões, mas sim uma reversão na tenência. Apenas em maio, o mercado brasileiro abriu 34.253 novos postos de trabalho, segundo dados do Caged. Qualquer economista sabe que a geração de empregos é um sinal fundamental para comprovação da recuperação de qualquer economia. Estes números assustam a esquerda brasileira, que apostava na ruína do pais, após Dilma e o PT terem afundado a economia na maior recessão desde a grande depressão de 1929. Também são estes números atuais que os postulantes ao cargo de Temer querem "herdar" e se gabar no dia seguinte, já visando as eleições de 2018.

Apesar destes fatos, da queda da inflação, dos juros, da geração de empregos com carteira assinada e da recuperação da indústria, a imprensa protagoniza uma verdadeira dancinha da garrafa, tentando convencer a opinião pública que Temer só erra o tempo todo e que os indicadores positivos são reflexo da "robustez" da economia do país. Se fosse assim, não teria sido necessário remover Dilma. Se fosse assim, no momento de maior dificuldade do país em cem anos, teriam também derrubado Temer e colocado qualquer um em seu lugar. Querem derrubá-lo agora justamente pelo fato de ele ter conseguido recolocar o país nos trilhos. O problema é que, assim como erram em tentar destituí-lo de seus méritos, erraram feio ao tentar destituí-lo do poder, julgando-o um sujeito fraco e vacilante.

Os terroristas de plantão da imprensa entraram numa fria, uma arapuca de bambu colada com fita isolante projetada por Janot, Fachin e os criminosos da JBS. Escolheram um caminho sem volta. A sanha golpista dos meios de comunicação, que tentaram interferir no processo democrático do país exigindo a renúncia do presidente de forma extremamente prematura, sem sequer aguardar a conclusão de investigações, não pode ser refreada agora. Já se declararam inimigos do governo e, para tentar assegurar algum respaldo da opinião pública, farão de tudo para provar que estavam certos. Inclusive mentir sobre as conquistas do atual governo. Vai ficando cada vez mais feio para essa gente e pode piorar, caso Temer resista a uma campanha tão avassaladora para derrubá-lo.

Podem falar que ele se encontrou com Joesley Batista na residência oficial do Jaburú e, a partir disso e de uma gravação inconclusiva, fazer ilações as mais diversas. Podem dizer que o dinheiro da mala era para Temer, pelo menos enquanto seu ex-assessor Rocha Loures mantém o silêncio sobre os fatos. Tudo isso é perfeitamente cabível em se tratando de gente que quer o caos no mercado, sem se importar com o emprego de chefes de família ou com a esperança dos 13 milhões de desempregados do país. Mas daí a tentar mascarar os fatos, é mal-caratismo mesmo. 
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