\imprensa Viva
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Imprensa brasileira é tão corrupta quanto os políticos do país. Os bastidores do Jogo sujo contra interesses do povo



Os meios de comunicação do país aderiram de vez à tendência mundial conhecida como "Fake News", um método de propagação de notícias falsas que consiste na distribuição deliberada de desinformação ou boatos via jornal impresso, televisão, rádio e internet.

O fenômeno, que surgiu em plena era da proliferação das redes sociais, ganhou representatividade a partir de  do compartilhamento maciço de manchetes sensacionalistas, exageradas ou evidentemente falsas para chamar a atenção, era restrito aos blogs independentes. Mas nos últimos meses, a tendência ganhou espaço nas redações dos grandes veículos de comunicação, que modificaram suas linhas editoriais visando o lucro fácil e a manipulação da opinião pública. O aumento da polarização política e da popularidade das mídias sociais, principalmente a linha do tempo do Facebook, tem feito a festa dos meios de comunicação que exploram a propagação de notícias tendenciosas sobre a realidade política do "pós-verdade", de acordo com interesses obscuros dos barões do setor do Brasil

A imprensa marrom sempre existiu, assim como os grandes veículos de comunicação sempre participaram da "fabricação" de pautas para favorecer grupos políticos e econômicos. Alguns jornalistas ainda resistiam à este tipo de conteúdo e procuravam preservar níveis mínimos de ética na profissão. Mas de uns tempos para cá, o dinheiro passou a falar mais alto e o que restava dos escrúpulos da maioria dos comunicadores foi literalmente jogado no lixo.

O conteúdo intencionalmente enganoso e falso é nitidamente perceptível em matérias de grandes jornais e redes de TV. No Brasil, a situação é mais vergonhosa ainda, tendo em vista que até bem pouco tempo atrás, o Estado corrupto era o maior distribuidor de verbas publicitárias generosas para os meios de comunicação. Os governos do PT agiam descaradamente financiando jornalistas de aluguel e blogs simpáticos com dinheiro público, mas também mantinha o controle da pauta dos meios de comunicação tradicionais, através das gordas verbas da SECOM, a Secretaria Especial de Comunicação Social.

No caso do Brasil, o fenômeno da "Fake News" alcançou proporções inimagináveis, pois os agentes de comunicação passaram a contar com a conivência de funcionários públicos lotados em instituições supostamente sérias, como o Ministério Público Federal, que passou a atuar nos últimos meses na defesa de interesses grupos políticos e econômicos, como setores da esquerda e empresas bilionárias envolvidas em esquemas de corrupção, como a J&F dos irmãos Joesley e Waseley Batista, recentemente beneficiados por um vergonhoso acordo de delação premiada que contou com o envolvimento do Procurador-geral da República, Rodrigo Janot e de um ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin.

O cenário da informação no Brasil ficou conturbado e os meios de comunicação acabaram envolvidos em  conspirações para levar a cabo objetivos inconfessáveis. Nesta guerrilha de interesses políticos e econômicos que tem no leitor o principal alvo da manipulação, os blogs de opinião podem representar a última fronteira na busca pela verdade.

Embora seus editores não tenham acesso a informações fidedignas, a intuição de muitos blogueiros, formadores de opinião em redes sociais e os sites de opinião acabam se tornando uma fonte de informação valiosa. Por mais imprecisas que sejam as informações divulgadas nestes veículos alternativos, elas servem para municiar o leitor de argumentos, suposições e contrapontos capazes de minimizar os efeitos das campanhas de manipulação dos grandes veículos de comunicação como a Rede Globo e seus satélites.

Os blogs de opinião são uma boa opção aos meios de comunicação tradicionais, pois seus editores não possuem vínculos com partidos políticos ou grupos econômicos. Os artigos encontrados nos blogs de opinião não podem ser classificados como "Fake News" justamente pela natureza libertária das informações e opiniões que transportam. Por mais equivocados que alguns artigos possam parecer, ao menos ajudam o leitor a pensar, a refletir e desconfiar das fontes de informações tradicionais. Textos caracterizados como artigos de opinião, análise ou crítica não podem ser classificados como notícias, mas servem de instrumento para desqualificar o papel que a imprensa brasileira vem desempenhando ao longo dos últimos meses. Os meios de comunicação abandonaram a atribuição de informar e abraçaram a triste missão de manipular o público nas entrelinhas de seus mais variados temas.

É fato que a imprensa tem grande responsabilidade pela qualidade da classe política do país. A missão crítica dos jornalistas foi subjugada pelos interesses dos grupos de comunicação em eleger aliados para obter sempre mais vantagens, em detrimento dos interesses do país e do cidadão. Muitos são cúmplices de bandidos profissionais comprometidos com acordos espúrios de vantagens mútuas. Logo, não é surpreendente que neste país prospere tanto a corrupção. 
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